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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Vasco Cunha é candidato à Câmara Municipal do Cartaxo

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Texto de Jorge Nogueira, presidente da concelhia do PSD/Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

Vasco Cunha é o líder de uma vasta e abrangente equipa que se apresentará às próximas Eleições Autárquicas com o objectivo de recuperar a espe-rança de todos os cidadãos no seu município e assim devolver a paixão que os cartaxeiros já sentiram pela sua terra.
A Comissão Política do PSD e a JSD do Cartaxo, após um aprofundado debate e uma análise muito positiva do actual mandato autárquico, no qual esteve sempre presente o primeiro re-presentante do "Movimento Coragem", o vereador Paulo Neves, entende que a candidatura de Vasco Cunha é a que melhor interpreta a situação que actualmente se vive no concelho do Cartaxo e a que reúne as melhores condições para ultrapassar os gravíssimos problemas que afectam o nosso município.
Com a experiência autárquica e a capacidade de gerar consensos de Vasco Cunha será possível encarar as próximas Eleições Autárquicas como um recomeço, depois do fim de um ciclo de governação apoiada pelo PS que levou à falência da autarquia e à necessidade de um resgate financeiro que ao longo dos próximos 20 anos custará cerca de 74 milhões de euros aos cartaxeiros.
Vasco Cunha, como vereador na Câmara Municipal bem como eleito do PSD na Assembleia Municipal, tem sido uma das principais vozes no combate ao caminho delineado pelos eleitos do Partido Socialista que levou a Câmara do Cartaxo a cair no abismo de uma imensa dívida que penaliza as actuais e as futuras gerações.
Todos sabemos que os próximos anos serão de grande rigor e muito exigentes em competência e transparência. Com a candidatura liderada por Vasco Cunha os cartaxeiros poderão ter esperança e confiança na recuperação do nosso concelho.
A capacidade demonstrada e a experiência acumulada ao longo de muitos anos na liderança de projectos e equipas é um garante de qualidade que Vasco Cunha irá aplicar na gestão municipal.
Por isso que afirmamos que a esperança e a confiança estão do nosso lado. Do lado de todos aqueles que sempre se bateram para evitar o caminho da falência em que seguiram os autarcas socialistas desde 2001 e que tantos prejuízos estão a provocar a todos os cidadãos.
O futuro do nosso concelho tem de começar a ser reconstruído e em Outubro, connosco, começará a ser uma realidade.

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Paulo Neves já admite ir a votos

O actual vereador do PSD, Paulo Neves, confirmou à Rádio Cartaxo que já foi sondado pelo PSD para, eventualmente, avançar novamente como candidato à presidência do Cartaxo. No entanto, ainda não decidiu se quer ou não avançar, até porque, lembra, nas últimas autárquicas, "levei cinco meses a decidir" e agora não deverá levar "muito menos". Para além de que, adianta, "ainda é cedo" para o PSD apresentar um candidato, antes de conhecer a real situação financeira da Câmara e todas as consequências da adesão ao Plano de Apoio à Economia Local (PAEL) e do Reequilíbrio Financeiro. Lembra que, por exemplo, na última sessão de Câmara, Paulo Varanda disse que, em princípio, o alargamento dos prazos de pagamento é menor do que se previa. Em vez de 20, deverão ser apenas de 15 anos, o que implica que a factura mensal, ao longo desse período, seja mais pesada.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

A JSD não vai exigir lugares ao PSD



(Excerto da entrevista a José Pato, líder da JSD/Cartaxo, que pode ser lida, na íntegra, na edição 864 do jornal O Povo do Cartaxo)

Tendo em conta as polémicas, as confusões e as divisões existentes no PS, acha que é desta que o PSD tem uma hipótese muito forte de chegar ao poder no caso do Cartaxo?
Será uma oportunidade muito boa, embora difícil pelo panorama nacional irá sempre afectar as eleições autárquicas pelo efeito de contágio. Agora, a área socialistas dividida por duas pessoas irá dividir o que é o seu eleitorado. Um PSD unido, forte e preparado poderá capitalizar essa situação. Embora seja difícil, esta pode ser um excelente oportunidade para o PSD tomar conta dos destinos do concelho.

Acha que vão aparecer duas candidaturas da área socialista?
Acredito que sim. Pedro Ribeiro não irá desistir, Paulo Varanda sente que é útil ao concelho e, quando uma pessoa se sente útil, logicamente quer tomar parte do que são as decisões, por isso, não tenho dúvidas que aparecerão duas candidaturas.

Vai impor elementos da JSD nas listas do PSD?
Não, a JSD não vai exigir lugares, queremos apenas participar no programa eleitoral do PSD. Se alguns membros forem convidados e sentirem que podem ajudar o PSD nessas funções, com certeza que terei todo o gosto em que os jovens sejam candidatos. Até porque a juventude é importante, são formas diferentes de ver e de estar na política, novas soluções, nova criatividade, por vezes uma certa irreverência que pode ajudar os mais experientes a ver novas soluções para o problema. 

 (Assine aqui o jornal O Povo do Cartaxo)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

PSD atrasado na escolha do candidato

(Excerto da entrevista a José Pato, líder da JSD/Cartaxo, que pode ser lida, na íntegra, na edição 864 do jornal O Povo do Cartaxo)

O PSD não se está a deixar atrasar um bocado na escolha dos seus candidatos para as autárquicas?
Considero que sim, isso já devia estar a ser preparado há algum tempo. Mas ainda vamos a tempo, desde que se comece já e durante o próximo mês, a planear o que vai ser a nossa estratégia para as eleições autárquicas. No que é o possível planeamento autónomo da JSD para as autárquicas, estamos a delinear uma série de acções e de iniciativas que pretendemos ver realizadas nessa altura, mas sempre viradas para a nossa juventude.

A que atribui este silêncio do PSD em relação à questão? Não tenho falado com os elementos do PSD sobre essa matéria. Vou primeiro sondar o que a minha comissão política e os meus militantes querem e depois é que irei abordar o presidente do PSD sobre essa matéria, porque se tem que tratar efectivamente do que vai ser a campanha. Se muitas vezes as decisões são difíceis, grave é não as tomar, seja elas boas ou más, o que importa é tomá-las. Temos que começar a trabalhar nisso, se há candidatos a mais, se há candidatos a menos, o PSD terá que resolver isso, se precisar da ajuda da JSD, contará certamente com ela, estaremos sempre disponíveis, mas o certo é que o tempo começa a escassear.

O PSD teve nas últimas eleições o melhor resultado autárquico de sempre, acha que seria uma boa opção voltar a apostar em Paulo Neves como candidato?
Paulo Neves fez um bom trabalho, também não sei se estará disponível, não sei se é intenção dele voltar ou não a ser candidato. As eleições autárquicas prendem-se muito nas pessoas e não nos partidos. 

(Assine aqui o jornal O Povo do Cartaxo)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

"Não tive convite do PSD" para voltar a ser candidato



Entrevista a Paulo Neves, vereador na Câmara do Cartaxo, eleito pelo PSD

Tem sido fácil ou complicado o seu relacionamento com o PSD?

Sempre foi bom, mas eu também tenho as minhas regras, não sou facilmente influenciável, ninguém me consegue demover das minhas ideias. Podemos conversar, debater os assuntos, em alguns, tenho razão, noutros tenho menos razão, mas ninguém me consegue demover das minhas ideias. Isso foi uma coisa que deixei bem patente quando me candidatei pelo PSD.


Se o PSD o convidar, pretende voltar a candidatar-se à presidência da Câmara?

Há uma coisa que as pessoas se esquecem também, não é só o PSD que tem que querer, eu também tenho de querer e, neste momento, não estou preparado para dar uma resposta.


Ainda vai entrar em período de reflexão?

Vou entrar, vou, ninguém me disse nada, muito honestamente, não fui confrontado com nenhum convite por parte do PSD.

Há muita gente que me aborda na rua, uns já me chamam presidente, outros dizem que já levei com os pés do PSD… O poder é uma coisa que não me fascina, só dentro da minha própria empresa ou nas colectividades onde possa dar o meu contributo.


Não tem ideia se o PSD o quer como candidato ou não?

Nem tão pouco isso me preocupa.


Em face do que encontrou na última campanha eleitoral e no que aconteceu daí para cá, acha que agora teria boas hipóteses de ganhar?

É uma boa pergunta, não sei responder, mas poderia, eventualmente, ser o momento para ganhar. 

(Excerto da entrevista, que pode ser lida, na íntegra, na edição 861 do jornal O Povo do Cartaxo)

domingo, 23 de dezembro de 2012

"Mal por mal, preferia que Paulo Caldas tivesse continuado como presidente de Câmara"



Entrevista a Paulo Neves, vereador do PSD na Câmara do Cartaxo:

O concelho ganhou ou perdeu com a saída de Paulo Caldas e a sua substituição por Paulo Varanda?

Em determinada altura, quando Paulo Caldas pensou em sair, a comunicação social e todos os políticos da nossa praça, acharam graça, riram-se para mim, quando eu pedi, quase por misericórdia, para o Paulo Caldas ficar, mas eu sabia o que estava a dizer. Em termos de gestão, nenhum deles me agrada, mas com certeza que preferia que Paulo Caldas ficasse até ao fim.



Porquê? Fartava-se de criticar Paulo Caldas, agora diz que era melhor que tivesse ficado?

Era um homem que, cada vez que lhe colocávamos uma questão, tinha sempre uma resposta, nunca havia uma meia resposta, hoje o que se verifica é que existem muitas meias respostas, muito pouco conhecimento das matérias que são ali debatidas. Por outro lado, quem nos levou para este abismo foi Paulo Caldas, pelo que deveria ter ficado até ao fim. Essa é a minha opinião e se me der a escolher entre um e outro, com certeza que preferia Paulo Caldas como presidente do que Paulo Varanda.



Está a dizer que o concelho perdeu com a saída de Paulo Caldas.

O concelho, na minha modesta opinião, perde com a governação dos dois, mas, mal por mal, que ficasse Paulo Caldas até ao fim.

(Excerto da entrevista que pode ser lida na íntegra na edição 861 do jornal O Povo do Cartaxo)