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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Domingos Xavier é candidato à União das Freguesias do Cartaxo e de Vale da Pinta

Opinião de Jorge Nogueira, presidente da concelhia do Cartaxo do PSD, que pode ser lida nesta edição do jornal O POVO DO CARTAXO. 

No âmbito das próximas Eleições Autárquicas, a Comissão Política do PSD Cartaxo tem a honra de anunciar que Domingos Xavier será candidato à presidência da futura União das Freguesias do Cartaxo e de Vale da Pinta.
Domingos António Caria Xavier, com 58 anos, casado e pai de dois filhos, fundou em 1982, conjuntamente com o irmão, a empresa Xavieres Lda. - Obras Públicas e Construção Civil, aliando a experiência e os conhecimentos adquiridos ao longo dos anos para se iniciarem numa actividade que tem levado, de forma sustentada, o nome da empresa a todo o País.
O candidato à presidência das freguesias do Cartaxo e de Vale da Pinta está ligado desde há mais de 30 anos ao movimento associativo do Cartaxo. Destacando-se a sua presença nos órgãos sociais do Sport Lisboa e Cartaxo, Sociedade Filarmónica do Cartaxo (foi durante o seu mandato que foi construída a nova sede desta colectividade, bem como foram  constituídas as secções que ainda hoje existem), fundação do Núcleo Sportinguista do Cartaxo, bem como presidente do conselho fiscal do Ateneu Artístico Cartaxense. Actualmente, Domingos Xavier integra a equipa que  lidera o Núcleo Sportinguista do Cartaxo.
É assim com muito agrado que a Comissão Política do PSD do Cartaxo tem a honra de anunciar que as estruturas do PSD e da JSD, conjuntamente com o cabeça de lista à Câmara do Cartaxo, Vasco Cunha, confirmam o nome de Domingos Xavier como cabeça de lista à União das Freguesias do Cartaxo e de Vale da Pinta.
Domingos Xavier é exemplo da Coragem que PSD Cartaxo tem o privilégio de encontrar em cidadãos independentes. Com competência, rigor e transparência, o candidato agora anunciado dá a todos os cidadãos das freguesias do Cartaxo e de Vale a Pinta a confiança e a esperança necessária para a recuperação do nosso concelho.
Com a Paixão que sentimos pela nossa terra será possível encarar as próximas Eleições Autárquicas como um recomeço.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Guerra dura até Outubro

E, pronto, está concretizado o que se previa, o anúncio público de duas candidaturas da área socialista à presidência da Câmara do Cartaxo. Pedro Magalhães Ribeiro vai defender oficialmente as cores do partido, enquanto que o actual titular do cargo, Paulo Varanda, pretende avançar como independente.
Para além destes dois, também o PSD, a CDU e o Bloco de Esquerda irão avançar, seguramente, com candidatos, enquanto que o CDS admite, igualmente, ir a votos. Se isso se concretizar, serão seis os candidatos à presidência de uma câmara que se diz estar falida. Recorrendo à ironia, pode dar-se graças a Deus, pois se estivesse em excelente situação financeira, provavelmente, apareceriam aí uns dez ou doze candidatos e isso já seria confusão a mais. E, mesmo assim, vamos ver como as coisas irão correr. Vai ser dura, muito dura a campanha, sobretudo o confronto entre Paulo Varanda e Pedro Magalhães Ribeiro. O actual presidente da autarquia vai fazer do candidato oficial do PS o seu principal adversário e lembrar mil vezes que ele já exerceu funções de grande importância na câmara e que, por isso mesmo, é um dos responsáveis pela situação financeira muito grave em que ela se encontra. Pedro Magalhães Ribeiro deverá responder na mesma moeda, pelo que se adivinham tempos de grande crispação. A juntar a isto, temos o Bloco de Esquerda que vai usar a sua habitual agressividade política, não perdendo uma hipótese para atacar Paulo Varanda.
Nesta altura, os dois grandes pontos de interrogação colocam-se na CDU e no PSD. Conforme já foi assumido, o homem que tem dado a cara pela CDU, Mário Júlio Reis, não vai avançar para nova candidatura, o que deixa a coligação numa situação difícil. Daí que não se estranhe ter aparecido nas redes sociais um movimento que pretende convencê-lo a fazer marcha-atrás e a ser, mais uma vez, o candidato da CDU. Duvido que tenha sucesso, mas a ver vamos.
Mas, nesta altura, a nível político, quase todos os olhares se voltam para o PSD. O maior partido da oposição tem, nas próximas autárquicas, devido à divisão entre os socialistas, teoricamente, uma boa hipótese de, finalmente, conquistar a Câmara. Mas, para isso, precisa, essencialmente, de um bom candidato. Na minha opinião, alguém que não esteja demasiado conotado com o partido, de forma a que não seja ‘contaminado’ pela impopularidade do Governo.
O presidente da concelhia já veio dizer que ainda não apresentou candidato porque, antes que isso aconteça, é fundamental conhecer a real situação financeira da autarquia. Espero que não leve esse argumento até às últimas consequências. Se o fizer, pode arrisca-se é a não ir a eleições...

(Opinião, Jorge Eusébio)

Paulo Neves já admite ir a votos

O actual vereador do PSD, Paulo Neves, confirmou à Rádio Cartaxo que já foi sondado pelo PSD para, eventualmente, avançar novamente como candidato à presidência do Cartaxo. No entanto, ainda não decidiu se quer ou não avançar, até porque, lembra, nas últimas autárquicas, "levei cinco meses a decidir" e agora não deverá levar "muito menos". Para além de que, adianta, "ainda é cedo" para o PSD apresentar um candidato, antes de conhecer a real situação financeira da Câmara e todas as consequências da adesão ao Plano de Apoio à Economia Local (PAEL) e do Reequilíbrio Financeiro. Lembra que, por exemplo, na última sessão de Câmara, Paulo Varanda disse que, em princípio, o alargamento dos prazos de pagamento é menor do que se previa. Em vez de 20, deverão ser apenas de 15 anos, o que implica que a factura mensal, ao longo desse período, seja mais pesada.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Processo das freguesias é "oportunidade perdida"

O deputado Vasco Cunha (eleito pelo distrito na lista do PSD) considera que se "perdeu uma oportunidade" de fazer uma verdadeira reorganização administrativa do território. Vasco Cunha votou favoravelmente, na generalidade, o projecto de lei de reorganização das freguesias apresentado pelo PSD e CDS, mas não se mostra entusiasmado com o que se conseguiu. Apesar do documento baixar agora à Comissão Parlamentar do Poder Local, para ser discutido na especialidade, manifesta, na sua declaração de voto, "o meu profundo cepticismo" em relação ao resultado deste processo, pois diz suspeitar que "vamos ficar aquém de uma verdadeira e significativa reforma". Para isso seria necessário juntar os três maiores partidos, o que não foi possível por o PS não se querer envolver no processo, apesar de, recorda, ter sido responsável pelo pedido de empréstimo à troika e respectivo memorando, no qual constava a obrigatoriedade de se avançar com a redução de municípios e freguesias.
Vasco Cunha assume que, independentemente desse aspecto, era importante fazer grandes mudanças a este nível. Isto porque, "há distritos que têm uma menor dimensão populacional do que alguns municípios" e freguesias que "são maiores que muitos municípios". Mas também havia que aproveitar a oportunidade para se aprovar "uma lei de atribuições e competências que possa aclarar e distinguir, em escalas e proporções diferentes, os seus desempenhos". Era, ainda, importante, na sua opinião, que se enquadrasse legalmente "as freguesias de natureza rural, nas suas especificidades e competências, que não são comparáveis a freguesias eminentemente urbanas e algumas delas mesmo de carácter metropolitano".
No final da sua declaração fez questão de deixar uma palavra de "homenagem" a João Mota, o presidente da freguesia da Ereira, a única liderada pelo PSD no concelho do Cartaxo e que, devido a esta lei, vai ser agregada à Lapa.