segunda-feira, 14 de julho de 2014

Festas nos Casais Lagartos








sábado, 12 de julho de 2014

Bang, bang

A versão do David Guetta já tem 57 milhões de visualizações...


... Mas a minha versão preferida é esta:


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Se quisesse trabalhar vinha pedir emprego na Câmara?

Diário de um presidente de Câmara
Conforme já aqui disse, uma das primeiras medidas que tomei foi a de pôr à frente de cada sector da câmara a pessoa certa.

Quero dinamismo, profissionalismo, rapidez, trabalho e criatividade. Quero, essencialmente, que se acabe nesta câmara com a ideia de laxismo e incompetência.

Uma das primeiras histórias que, no gozo, me contaram quando resolvi aceitar a candidatura foi a de um tipo que tinha sido colega de escola do então presidente de câmara. Teve uns azares na vida e acabou por vir pedir emprego na câmara. O presidente lá o colocou a abrir a tapar buracos na rua. Acontece que o tipo passava o tempo a fumar, a conversar com quem passava, mas dar uso a enxada é que não. Até que o presidente perdeu a paciência, chamou-o ao seu gabinete e ordenou-lhe que tapasse de uma vez o raio de um buraco que até estava numa das zonas mais visíveis da cidade. Ao que o homem se terá virado para o autarca e lhe respondeu da seguinte forma: "então mas tu achas que se eu quisesse trabalhar vinha pedir emprego na Câmara"?

Outra história clássica - esta é anedota mesmo, a outra garantem-me ser verídica  - é a de três miúdos que contam as proezas atléticas dos respectivos pais, sobretudo, o tempo que conseguem nos 100 metros. Depois de ouvir os argumentos dos seus colegas, o terceiro puto saiu-se com esta: “isso não é nada, o mais rápido é mesmo o meu pai. Ele trabalha na câmara, sai as 5h30 e às 5 já está em casa”.

É com este tipo de ideias sobre os funcionários públicos que quero acabar. Mas com tempo, com calma e sem irritá-los excessivamente. É que os empregados da Câmara valem muitos votos.

Deixem-se de fitas



Parece que a Alemanha está chocada por ser alvo de espionagem por parte dos EUA. E eu estou chocado por ver que a Alemanha fica chocada por tão pouco.

Ou isto é apenas uma fita ou aquele país é governada por um conjunto de anjinhos. Como se não estivessem fartos de saber que os EUA tentam espiar toda a gente e todos os países – provavelmente, com excepção de Portugal, que não deve valer o esforço.

O facto de um país ser amigo não significa nada, pois, como diz a sabedoria popular: “amigos, amigos, negócios a parte”. Para além de que os amigos de hoje são os inimigos de amanhã. E até, tendo em conta os antecedentes históricos, parece-me algo forçado alguém conseguir chamar ‘amigo’ a um país como a Alemanha. Ainda por cima, tendo a sra. Merkel à frente do governo.

(Opinião, Jorge Eusébio)

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Câmara convida a população para… limpar o cemitério


A Câmara do Cartaxo acaba de fazer um convite muito especial à população do concelho. A autarquia pretende que os cidadãos a juntar-se aos serviços municipais, no Sábado, a partir das 9 horas, para participar numa… intervenção de limpeza e reabilitação do cemitério local.

Nova Iorque está em guerra


Em Nova Iorque os exércitos estão a postos, a estratégia definida e o orçamento de guerra aprovado. Vai ser uma luta muito dura e os 'generais', de forma realista, não esperam uma vitória total. É que do outro lado está um avassalador e temível exército de mais de… 16 milhões de ratos.

Recomeço das obras do Setil dependentes de acordo entre duas empresas



Há vários anos que há promessas, intenções, concursos e até uma adjudicação. As obras ainda começaram, mas logo foram interrompidas e a população do Setil continua a esperar e a desesperar por um acesso minimamente decente à cidade do Cartaxo.

A empresa que ganhou a empreitada (Civilvias) está em graves dificuldades financeiras e não tem capacidade para concluir a intervenção, disse o presidente da Câmara do Cartaxo, Pedro Ribeiro, numa sessão do executivo camarário, em resposta a um cidadão que foi saber em que fase está o processo. Daí que a ideia da autarquia fosse rescindir o contrato e avançar para um novo concurso público.

Mas, entretanto, surgiu o interesse de uma outra empresa (Pragosa) pegar na obra e, nesta altura, estão a desenvolver-se negociações para que a Civilvias lhe ceda a sua posição, o que, a concretizar-se, tornará o processo mais célere.

Outro dos problemas tem a ver com o valor da obra que é demasiado elevado para a autarquia. Daí que os serviços técnicos estejam a passar a pente fino as intervenções constantes no concurso original e a dele retirar todas as que não sejam absolutamente essenciais, de forma a baixar o preço da empreitada.

Na última sessão do executivo, Pedro Ribeiro mostrou-se esperançado em conseguir um acordo entre as duas empresas, de forma a permitir o início da intervenção o mais rapidamente possível, para que esteja concluída antes do final do ano. Caso isso não aconteça, a Câmara perde os fundos comunitários previstos para a empreitada.