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terça-feira, 5 de março de 2013

Pedro Ribeiro assume todo o legado do PS no Cartaxo

 Mais um excerto da entrevista do líder da JS, Vasco Casimiro, à Rádio Cartaxo e ao jornal O Povo do Cartaxo, que pode assinar aqui e passar a receber em sua casa.

Pedro Ribeiro, na sua apresentação, parecia o candidato de um partido da oposição. Não é algo estranho que isso aconteça?
Não é estranho. Se tivermos memória, desde 2010, desde que Pedro Ribeiro é presidente do partido, tem vindo a tomar posição sobre matérias relevantes para o concelho. Estou a referir-me ao caso das águas e da eventual concessão a privados do estacionamento público na cidade. Tudo o que ali foi dito é a constatação da realidade.

Mas a oposição acusa-o de também ser responsável por muitos dos problemas existentes no concelho, uma vez que foi vice-presidente durante vários anos.
O Pedro Ribeiro teve oportunidade de assumir todo o legado e todo o passado do PS e a humildade democrática de assumir que nem tudo correu bem. Mas também gostaria de recordar que Pedro Ribeiro, em 2007, teve a coragem de verificar que o processo de condução do concelho não seria o mais correcto, poderia conduzir ao descalabro financeiro que hoje se verifica e por isso votou contra o Orçamento da Câmara, o que fez com que perdesse a confiança política de Paulo Caldas, que perdesse os seus pelouros e que, em 2008, saísse da Câmara.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Não receio que o PS perca a Câmara

O presidente da Juventude Socialista (JS) do Cartaxo, Vasco Casimiro, é o entrevistado da quinzena da Rádio Cartaxo e do Jornal O Povo do Cartaxo.
 
O processo de escolha do candidato do PS à presidência da Câmara teve episódios pouco recomendáveis. Foi culpa de apenas um dos protagonistas?
Um processo quando envolve escolhas de pessoas é sempre delicado. Mas julgo que foi bem liderado pela Maria Manuel Simão, que é a presidente da Mesa da Comissão Política Concelhia. O processo foi escrutinado pelos órgãos jurisdicionais, a nível regional, que salientaram não ter havido qualquer tipo de problema. Foi um processo muito transparente e claro.

Não seria normal que o PS candidatasse o seu presidente de Câmara?
Referi há uns quatro meses que era natural que Paulo Varanda tivesse expectativas de vir a ser candidato a presidente pelo PS.  Mas os estatutos do partido são claros e houve directas, não só aqui como em diversos outros concelhos, em que se apresentaram vários candidatos.

Não receia que desta divisão resulte a perda da Câmara por parte do PS?   
Sinceramente, não tenho esse receio. A demonstração de apoio popular a Pedro Ribeiro  no dia 17 deixou-me emocionado e entusiasmado. Esta candidatura está centrada na discussão das ideias e dos projectos e não está preocupada  com o que as outras candidaturas possam fazer.