domingo, 23 de novembro de 2014

Operações da PSP com radar




SANTARÉM
24-nov-14 (Segunda-feira) 08H00/12H00 Rua Dr. Francisco Alves - Ourém
26-nov-14 (Quarta-feira) 14H00/18H00 Rua Dr. Francisco Sá Carneiro – Entroncamento
AÇORES
26-nov-14 06H45 Av. Alberto Príncipe de Mónaco - Ponta Delgada

AVEIRO
26-nov-14 08H00/14H00 EN 109 - Km 58.1 - Aveiro
26-nov-14 09H00/13H00 Rua Dr. Eduardo Vaz - Santa Maria da Feira
28-nov-14 15H00/19H00 Av. da Liberdade - São João da Madeira

BRAGA
25-nov-14 15H00/17H00 Av. do Cávado - Braga

COIMBRA
24-nov-14 15H00 Av. Urbano Duarte Coimbra
28-nov-14 08H00 Av. do Brasil - Figueira da Foz

FARO
24-nov-14 08H30 EN 125, (sentido Aeroporto - Faro) – Faro
26-nov-14 08H30 Av. De Castro Marim – Vila Real de Santo António
27-nov-14 08H30 Av. Dom João VI - Olhão

LISBOA
24-nov-14 09H00 Av. das Descobertas
26-nov-14 07H30 EN 117 - Amadora

MADEIRA
26-nov-14 07H45 Rua Pestana Júnior; Rua 5 de Outubro e Av. das Madalenas
28-nov-14 14H00 VE 1 - Túnel do Norte - Porto da Cruz
29-nov-14 08H00 Via Expresso 3, Km 1 - Concelho da Ribeira Brava

PORTO
25-nov-14 08H00/12H00 Av. D. João II – Oliveira do Douro
28-nov-14 14H00/18H00 Estrada da Circunvalação c/ Rua Congostas - Porto

PORTALEGRE
24-nov-14 09H00/12H00 EN 246 - Portalegre

SETUBAL
25-nov-14 08H30 Av. Fialho Gouveia, Av.ª de Portugal; Av. Garcia de Orta

VIANA DO CASTELO
27-nov-14 10H00 Av. Paulo VI, Darque - Viana do Castelo

VILA REAL
27-nov-14 14H00/17H00 Av. do Tâmega – Chaves

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Carta aberta aos deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Santarém


Caros deputados,

Devo confessar que há vários anos que desisti de confiar em partidos políticos, preferindo votar em branco na generalidade das eleições de âmbito nacional. Uma das razões é ideológica: sou social-democrata e não me parece que, na prática, qualquer partido português represente essa área política.

A outra razão tem a ver com o facto de achar que os políticos vivem numa espécie de redoma sem grande contacto com a generalidade do povo que é suposto representarem. Sem ofensa, das poucas vezes que tento seguir um debate parlamentar, acabo por rapidamente desistir. Correndo o risco de ser injusto, julgo que, por aí, e usando umas expressões populares, se joga muito para a bancada e se discute demasiado o sexo dos anjos. Parece haver um fosso enorme entre o que os políticos, em geral, e os deputados, em particular, entendem ser as suas prioridades e as dos cidadãos comuns. Um exemplo muito evidente desse divórcio é o recente caso da tentativa de repor as subvenções vitalícias dos políticos.

Há questões bem práticas que afectam as pessoas que me parece merecerem maior atenção da vossa parte. Como, por exemplo, as multas brutais que o fisco cobra a quem se atrasa no pagamento um dia que seja. São verbas astronómicas e, na minha opinião, imorais. Mas, ainda assim, se as cobram, é porque devem ser legais. Outros exemplos são as taxas e comissões que pagamos aos bancos, à EDP e o preço demasiado elevado dos combustíveis. 

Mas esta missiva tem essencialmente o objectivo de vos chamar a atenção para um caso concreto que afecta largos  milhares de cidadãos, muitos deles no distrito por onde os senhores foram eleitos. Estou a falar da forma como o Estado trata quem recorre ao Fundo de Garantia Salarial. É, como sabem, um fundo que tem como objectivo assegurar aos trabalhadores o pagamento de dívidas por parte de empresas que foram declaradas insolventes. 

As pessoas em causa têm de entregar a documentação que demostre reunirem os requisitos para recorrem a esse fundo e depois… ficam à espera. E convém que esperem sentadas, pois no distrito cada processo leva mais de um ano a ser analisado e despachado.
Entretanto, gente que ficou sem emprego, com verbas por receber que tanta falta lhes faz e com poucas ou nenhumas receitas mensais espera e desespera.
Pelas informações que recolhi, isso resulta do facto da Segurança Social ter apenas dois técnicos a analisarem milhares de processos. 

Tendo em conta que são deputados eleitos pela região e que esta situação afecta muitos dos vossos eleitores, penso que não seria descabido que desenvolvessem diligências que levem o Governo a encontrar formas de resolver o problema. Não me parece que seja difícil, nem que daí advenha um custo exagerado para o Estado. Afinal de contas, se num fim-de-semana se encontrou forma de colocar 4,5 mil milhões no Novo Banco, também não deve ser nada do outro mundo solucionar esta questão.

Com os melhores cumprimentos
Jorge Eusébio

Um cão vaidoso

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/11/cao-independente-vai-sozinho-tomar-banho-em-pet-shop-no-rs-veja-video.html


Para o Bill, 4ª feira é dia de banho. E, contrariamente à esmagadora maioria dos cães, ele não faz birra. Pelo contrário, desloca-se sozinho ao veterinário, de onde, algum tempo depois, sai lavadinho, perfumado e com um vistoso laço ao pescoço. O Bill tornou-se uma celebridade na cidade brasileira onde habita e já foi alvo de notícias em montes de rádios e jornais, uma fama que até já preocupa o seu dono que tem receio que o raptem.

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Histórias da carochinha

Os políticos são excelentes a contar histórias da carochinha. A mais básica, mas ainda assim de grande popularidade e sucesso, é a promessa de não aumentarem impostos, em época eleitoral. Depois, enfim, a gente sabe o que acontece.

Outra história da carochinha é quase nunca se demitirem de cargos políticos por razões... políticas. É sempre por motivos profissionais ou pessoais. 
Nos últimos tempos demitiram-se três presidentes de concelhia no Cartaxo (dois no PS e um no PSD). Adivinham porquê? Claro, por razões de ordem profissional e pessoal, nada de motivos políticos envolvidos.

Atenção, não estou a dizer que mentiram. Admito perfeitamente que haja razões pessoais e profissionais pelo meio. Mas não assumirem que a essas se juntam razões politicas parece-me uma história da carochinha. Razões políticas, digo eu, ligadas, em boa medida, à situação insuportável que se vive em Vila Chã de Ourique, que, ao fim de um ano e tal, continua sem ter os seus órgãos autárquicos devidamente eleitos e instalados.

Sobre esta questão a nova presidente da comissão política do PS, Elvira Tristão, vem dizer que vai dar tempo e autonomia para os eleitos da freguesia resolverem o problema.
Parece-me outra história da carochinha. Até agora não lhes faltou tempo nem autonomia e não resolveram nada. Ela vai ter mesmo de pôr as mãos na massa e encontrar uma rápida solução. Se isso não acontecer estou mais que convencido que, dentro de poucos meses, também ela se vai demitir do cargo. Por razões pessoais e profissionais, claro.

(Opinião, Jorge Eusébio)

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Uma banalidade que dá perda de mandato


Acontece com frequência irem às sessões da câmara do Cartaxo decisões tomadas pelo presidente para ratificação do executivo. Normalmente trata-se da isenção de taxas de espectáculos no Centro Cultural. Estes temas devem ser apresentados na primeira sessão após a tomada de decisão, um prazo que nem sempre é cumprido.

O vereador Vasco Cunha (PSD) mostra estar muito atento a estas situações. E sempre que constata que um desses documentos já deveria ter sido apresentado numa sessão anterior, alerta o executivo para o facto.
Isso voltou a acontecer na sessão do executivo de Segunda-feira. Chamou a atenção da maioria socialista e lembrou que o não cumprimento destes prazos “dá perda de mandato”. Um aviso que, pelos vistos, não assustou o vice-presidente, Fernando Amorim, que presidia à sessão. Mas que me surpreendeu a mim que - sou sincero - não fazia ideia que uma banalidade destas tivesse como consequência tão drástica penalidade. É claro que é importante cumprir as regras, mas é capaz de haver alguns ‘pecados’ mais graves que justifiquem a perda de mandato.

Se calhar não seria má ideia que Vasco Cunha – que também é deputado na Assembleia da República – propusesse ou sugerisse a revogação desta lei. É que dá a sensação que um dos seus sonhos é vir a ser presidente da Câmara do Cartaxo. Já foi candidato derrotado duas vezes, mas nada impede que volte a concorrer ao cargo, podendo, eventualmente, vir a ter sucesso. E se isso acontecer, desconfio que terá muito mais que fazer do que andar a verificar a data dos carimbos de todos os documentos que entram e circulam na Câmara. Poderá, por isso, ter uma falha deste género, atrasar-se a levar um desses documentos à sessão do executivo, e seria injusto que perdesse o mandato por isso.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

O grande empresário e o médio quadro bancário

Nas sessões da Câmara do Cartaxo, por vezes, há períodos chatos, em que a malta quase adormece, mas há outros que valem a pena e fazem-nos esboçar um sorriso. Um desses momentos aconteceu na reunião em que foi aprovado o orçamento.

Em determinada altura, o vereador Paulo Neves (PSD) criticou o presidente da autarquia, Pedro Ribeiro, por “não saber na ponta da língua” um determinado número. Crítica que visivelmente irritou Pedro Ribeiro, que já havia mostrado ter ficado ‘picado’ com uma entrevista de Paulo Neves a um jornal, na qual o classificava como “um médio quadro bancário”.

De forma que o presidente da Câmara respondeu-lhe de forma irónica que “como o senhor é um grande empresário e eu sou apenas um médio quadro bancário, há que dar-me o devido desconto”.


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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Solução tecnológica para matar saudades do seu animal de estimação

Brooke Martin, uma jovem de 12 anos, detestava ter de deixar o seu cão sozinho em casa. O animal também parecia não apreciar passar o dia todo sozinho sem sinal da dona, pelo que, de vez em quando, se portava mal e roía alguma mobília para se entreter. 
Juntamente com o seu pai, Brooke começou a magicar numa forma de mesmo fora estar sempre perto do seu cão. Depois de muitas ideias e  tentativas, conseguiram chegar a uma solução.
Inventaram e construíram um suporte especial para um tablet, para o qual a jovem liga sempre que está com saudades do seu animal de estimação. Não só, por essa via, através de imagem, som e sorrisos, lhe mostra que não se esqueceu dele, como também, ao toque de uma tecla, lhe oferece um biscoito.
A invenção está a fazer sucesso e pode render uma pequena fortuna a pai e filha. É um daqueles casos em que se pode aplicar a máxima de que se juntou o útil ao agradável.