quarta-feira, 17 de abril de 2013

Detido por posse de droga


A GNR deteve, em Alpiarça, homem de 21 anos de idade, por posse de estupefacientes.
Esta acção, realizada pelo Destacamento de Intervenção de Santarém, culminou numa busca efectuada em conjunto com o Núcleo de Investigação Criminal de Santarém, à residência do suspeito.
Segundo aquela força de segurança, da busca resultou a apreensão de 856 doses de Liamba; 0,8 gramas de LSD; 1 grama de anfetaminas e uma balança de precisão.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Mais um triunfo para a Escola de Atletismo Rui Silva

A equipa A da da Escola de Atletismo Rui Silva venceu as IV ALLimpíadas Jovens que se realizaram no Domingo em Almeirim.
Trata-se de uma competição colectiva de atletismo, que integra de jogos, corridas, saltos e lançamentos, que valoriza a formação jovem. Esta edição contou  com mais de 90 atletas dos escalões Benjamins e Infantis, tendo participado na competição um total de 15 equipas compostas por 6 atletas (3 benjamins +3 infantis), sendo que 3 são femininos e 3 são masculinos. A equipa do Cartaxo participou com 4 equipas.

Atletas do Clube de Natação do Cartaxo nos lugares mais altos pódio

Foto: Kaleb Samuel
Decorreu, no passado sábado, mais uma prova do calendário da Federação de Triatlo de Portugal, a contar para o Campeonato Nacional Jovem, o I Triatlo Jovem da Amora.
O Clube de Natação do Cartaxo marcou presença com os atletas da Escola de Triatlo do CNC, com especial destaque para o escalão das Benjamins femininas que mais uma vez conquistaram o pódio.
A prova de triatlo, composta pelos segmentos de natação, ciclismo e corrida, foi dominada naquele escalão pelas atletas cartaxeiras Catarina Cruz, que obteve o primeiro lugar, seguida de Rafaela Cananó Silva que conseguiu o segundo lugar. Beatriz Duarte obteve ainda o décimo primeiro lugar naquela prova.
No escalão juvenis masculinos, Rui Torres chegou à meta na 46ª posição, num total de 70 atletas.


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fazendeiros e trabalhadores rurais homenageados




Cerca de uma centena de pessoas marcaram presença na homenagem aos fazendeiros e trabalhadores rurais, que decorreu este domingo em Pontével. 
O ponto alto foi a homenagem, por parte da Junta local, aos que completaram 75 anos de idade. 

domingo, 14 de abril de 2013

Vasco Cunha é o candidato do PSD no Cartaxo


Vasco Cunha é o candidato do PSD à presidência da Câmara do Cartaxo. Em comunicado, aquele partido político diz que a decisão foi antecedida de "um aprofundado debate", através do qual se concluiu que a candidatura de Vasco Cunha "é a que melhor interpreta a situação que actualmente se vive no concelho do Cartaxo e a que reúne as melhores condições para ultrapassar os gravíssimos problemas que afectam o nosso município". Esta decisão, garante-se, foi apoiada por Paulo Neves, o homem que, há quatro anos, concorreu pelo PSD e que, em nome do 'Movimento Coragem', assina o comunicado, juntamente com o presidente da concelhia do PSD, Jorge Nogueira.
O primeiro objectivo desta candidatura, acrescenta-se, é "recuperar a esperança de todos os cidadãos no seu município e assim devolver a paixão e o orgulho que os cartaxeiros já sentiram pela sua terra". No documento destaca-se "a experiência autárquica" do escolhido, que, enquanto vereador e membro da Assembleia Municipal, "tem sido uma das principais vozes no combate ao caminho delineado pelos eleitos do Partido Socialista". Essa atitude e experiência autárquica tornam  "possível encarar as próximas eleições autárquicas como um recomeço, depois de um ciclo de governação apoiada pelo PS que levou à falência da autarquia e à necessidade de um resgate financeiro que, ao longo dos próximos 20 anos, custará cerca de 74 milhões de euros aos cartaxeiros".
Esta é a terceira candidatura à presidência da Câmara do Cartaxo. Pelo PS, já se apresentou Pedro Ribeiro e o actual titular do cargo, Paulo Varanda, também já avançou com uma candidatura independente. No próximo dia 25 será a vez da CDU apresentar o seu candidato.


Festa dos Fazendeiros




Vai ser assim

Um dia não muito distante vamos todos viver desta maneira. Sem dinheiro, sem emprego, com meia dúzia de cêntimos no bolso e, geralmente, à 'boleia' dos outros. A grande diferença é que vamos ter de viver assim por necessidade e não por opção.

(Opinião, Jorge Eusébio)

sábado, 13 de abril de 2013

Fazer política sem politiquice



Texto da presidente do CDS/Cartaxo, Ana Paula Inglês, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui. 


O CDS/PP do Cartaxo pretende, através deste novo espaço informativo, começar por apresentar-se aos cidadãos do concelho do Cartaxo.
A estrutura do CDS/PP regressou à política ativa no Cartaxo, após a eleição dos seus órgãos concelhios, no passado dia 5 de outubro de 2012, com o claro objetivo de fortalecer a representatividade política no concelho, contribuindo e sendo uma mais-valia e uma voz activa.
O que o CDS/PP traz de novo ao panorama político do Cartaxo é uma forma distintiva de ser e de estar, com uma filosofia e princípios democratas cristãos e uma vertente muito humanista da política. Fazer política para os munícipes. Uma política que traga efetivas melhorias para as populações.
Fazer política sem politiquice, informar, apresentar e discutir os projetos de forma clara, consciente e inequívoca. Demonstrar factualmente como o nosso projeto se concretizará no concelho.
O caminho é difícil, mas tal não nos impede, nem nos demove, de dar a nossa contribuição com projetos reais e sobretudo exequíveis, face à situação financeira que se vive no país e principalmente no concelho. Não nos estamos a vincular a uma participação nas próximas eleições autárquicas, antes, estamo-nos a vincular a uma contribuição política na discussão e solução de viabilidade e futuro para o concelho do Cartaxo. Queremos, sobretudo, ser uma força partidária presente, com mérito reconhecido pela população. Naturalmente que o reconhecimento desse mérito, dentro do nosso sistema democrático, é aferido por votos. Mas até lá, estamos a fazer o nosso caminho. Conhecer e avaliar as necessidades. Priorizar essas mesmas necessidades, para apresentar o nosso projeto político. Depois, sim, percorrer o caminho para os próximos desafios eleitorais.
Já estamos a promover o debate informativo, a contribuir para o esclarecimento na defesa e no interesse concelhio. Não faremos tabus políticos eleitoralistas. Faremos o caminho de forma clara, consciente e construtiva.
Os tempos são difíceis, a situação politica e financeira é muito complicada e só há uma forma de o CDS/PP percorrer esse caminho: com dedicação, transparência e trabalho.
Semear um bom trabalho no concelho, um trabalho bem executado, trará certamente bons frutos, para os munícipes e para o município. Não tememos quaisquer dificuldades. Fazer um bom trabalho para merecer os votos da população, por implementação da nossa política, objetivos e projetos, em nada nos envergonha e assim continuaremos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

As nossas entrevistas

 

Já está disponível mais uma edição digital do Vou Beber Café, do jornal e do Povo do Cartaxo, esta contendo as primeiras entrevistas publicadas ao longo de 2013. Se é assinante do Vou Beber Café e ainda não a recebeu, por favor, veja se tem a caixa de e-mail cheia ou verifique a pasta de spam. Se não é  e quer tornar-se assinante do blog basta preencher, gratuitamente, esta ficha de inscrição.

Freguesias vão a tribunal lutar pela sua 'independência'


 As quatro freguesias do concelho do Cartaxo afectadas pelo processo de reorganização administrativa vão interpor uma acção judicial para impugnação da lei que determinou a sua agregação. Essa decisão foi comunicada pelos presidentes das freguesias do Cartaxo, Vale da Pinta, Ereira e Lapa ao presidente da Câmara, no decorrer de uma reunião que teve lugar na quarta-feira. Paulo Varanda diz concordar com a decisão e tenciona "dar o maior apoio à iniciativa", até porque "já há muito que venho afirmando que é preciso que esta lei, feita nos gabinetes da Assembleia da República, por quem não conhece o país, seja impedida de entrar em vigor. Eu próprio teria tomado esta iniciativa, mas fico ainda mais agradado por ela estar a ser tomada por quem está ainda mais próximo das pessoas”.

Detido a roubar caldeira de metal

A PSP do Cartaxo deteve, ontem, um homem de 27 anos que, segundo nota daquela força policial, estava a desmantelar em pedaços uma caldeira de metal não precioso, com o objectivo de o furtar. O homem terá escalado o muro de um estabelecimento de destilarias desactivado e, na altura em que foi detido, já tinha empilhado três quilos de metal.
Em Santarém, a PSP procedeu à interceção de um casal de jovens com idades de 18 e 17 anos de idade, que momentos antes haviam furtado um computador portátil, no valor de cerca de 750,00 euros, que foi recuperado numa mata próximo do local de onde havia sido furtado. No momento da abordagem foi ainda, encontrado ao jovem de 18 anos uma navalha com resíduos de haxixe bem como 55 doses de haxixe,
com o valor de cerca de 275,00€. Naquela cidade, foi ainda detido um homem, de 49 anos, por conduzir com uma taxa de álcool de 2,79 gramas por litro e um outro, de 32 anos, em cumprimento de um mandato de detenção.
Também em Tomar e no Entroncamento, a PSP procedeu a detenções. No primeiro caso, de um homem por condução de ciclomotor sem habilitação legal e, no segundo, em cumprimento de mandato de detenção.

Crime de guerra em tempo de paz


Ontem, no Correio da Manhã, o bastonário da Ordem dos Médicos escrevia que, por causa da contenção de custos, há hospitais com equipamentos e técnicas de ponta que estão a recusar doentes que deles precisam para sobreviver. Alguns têm até os equipamentos fechados, suponho que a cadeado. Não os utilizando, poupam umas coroas para ajudar a baixar o défice. Que, no entanto, só para chatear, não pára de subir. Ou seja, o que José Manuel Silva escreve, preto no branco, é que por causa da austeridade está-se a deixar morrer pessoas, quando há meios humanos e materiais para tratá-las.

Um governo deve cuidar da sua população, do seu povo. Foi eleito para isso e não para ficar bem visto perante alguns figurões estrangeiros. Foi eleito para defender vigorosamente os interesses do seu país e não para dizer que sim a tudo o que lhe mandam.
Diz-se que estamos nas mãos dos credores internacionais e temos de fazer o que eles mandam. Ora, isso não é bem assim. Apesar de sermos um país pequeno, temos uma dívida grande. E desconfio que os nossos credores preferem que a paguemos. Eu também acho que a devemos pagar, mas por este caminho, mais cedo ou mais tarde, não haverá dinheiro para pagar absolutamente nada. Os próprios credores já perceberam isso e apesar de os nossos governantes continuarem com a conversa louca de que vamos cumprir as condições acordadas, são eles próprios que estão a abrir-nos as portas a esticar o prazo de pagamento por mais uns anos.

É melhor que nada, mas não chega. Temos, agora, que batalhar para baixar significativamente os juros que nos estão a cobrar. Aliás, acho que o que se deve fazer é convencê-los a ajudar-nos a reestruturar toda a dívida. A solução seria a troika conceder-nos um novo empréstimo de longo prazo, a juros muito baixos.  Com esse dinheiro, pagaríamos os empréstimos que temos a juros elevados e teríamos, então, possibilidade de criar condições para pôr a nossa economia a crescer e, dessa forma, arranjar dinheiro para pagar a dívida.
De outra forma, não a vamos conseguir pagar. Mas isso ainda é o menos. O mais grave é que já entrámos numa fase em que não se está só a atirar gente para o desemprego e a pobreza. O que se está a fazer, a acreditar no que diz o bastonário da Ordem dos Médicos, é mesmo matar pessoas ao negar-lhes o tratamento que está disponível nos hospitais. Salvo melhor opinião, estamos perante um autêntico crime de guerra em tempo de paz. 
(Opinião, Jorge Eusébio)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

As eleições, os projectos e as extravagâncias



Texto da concelhia da CDU/Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

Com as eleições de outubro próximo, os cartaxeiros serão mais uma vez chamados a escolher o Executivo Municipal que governará o Concelho nos próximos quatro anos: feliz dia, esse 25 de abril de 1974, que abriu as portas à democracia! E ao seu baluarte: O PODER LOCAL!

No Cartaxo, a escolha Popular recaiu sempre sobre o mesmo “projeto”.

O “projeto” que deixou o Município com uma dívida cujo valor global consta ser de 50 milhões de euros, sem um arquivo municipal (que preserve e divulgue a nossa história), sem qualquer política de juventude, sem um gabinete municipal de apoio às coletividades (que já nem sequer recebem subsídios), sem qualquer investimento na preservação do meio ambiente (notável na poluição que destruiu todas as ribeiras), sem o aproveitamento turístico da zona ribeirinha do Rio Tejo (em Valada, Reguengo e Porto de Muge), sem um centro de transportes públicos, com três zonas de implantação industrial de base legal duvidosa (Cruz do Campo, Lapa e Vila Chã) sem tratamento especial de resíduos e sem infraestruturação.
O “projeto” que destruiu o património vivo que constituía a velha Praça 15 de dezembro e a sua substituição por uma arquitetura indiferenciada, estéril, sem qualquer enquadramento local e, pasme-se, sem utilidade.
O “projeto” que se deu ao luxo de gastar o dinheiro de todos nós em obras sem qualquer prioridade, feitas com uma finalidade duvidosa, que culminaram numa feira de vaidades, em que até alinhou o Presidente da República portuguesa: a inauguração do Parque Central.
O “projeto” que alienou a uma empresa privada, por mais de sete mandatos, o bem público por ora mais precioso: a água
O “projeto” que devia ser responsabilizado pelos maus atos de gestão política, social, económica e laboral que nos levou ao «estado a que isto chegou».
O “projeto” que prometeu na sua campanha eleitoral (e que não cumpriu), entre outras, e citando do seu próprio Programa Eleitoral:
- investir na empregabilidade, reforçando as competências das pessoas e organizações;
- formação superior ministrada no Cartaxo;
- fomento do empreendedorismo para os jovens cartaxeiros;
- consolidação da rede de abastecimento de água na cidade e freguesias;
- valorização das linhas de água do concelho;
- consolidação da rede de saneamento na cidade e freguesias;
- rede viária Cartaxo - Vale da Pinta; Laranjeiras - Cartaxo e Sesmarias - Cartaxo e Várzeas - Pontével;
- valorização da ligação ferroviária Setil - Lisboa e o reforço da mobilidade ferroviária regional Coruche - Setil/Cartaxo - Azambuja - Lisboa;
- ligação ferroviária Setil - Novo Aeroporto;
- Centro de Congressos, Feiras e Dinamização Económica – Pavilhão Multiusos;
- programa de incentivos às empresas;
- criação do Gabinete de Apoio ao comércio tradicional…
E mais um monte de extravagâncias que certamente veremos repetidas em breve e sobre as quais, oportunamente, como sempre, nos pronunciaremos!

CDS debate Protecção Civil


Depois da Justiça, o CDS/Cartaxo vai agora centrar as suas atenções na Protecção Civil. A estrutura partidária liderada por Ana Paula Inglês, organiza, no Sábado, um debate sobre esta temática, que contará com as intervenções do secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D'Ávila, do comandante operacional distrital da Protecção Civil de Santarém, Joaquim Chambel, e do  comandante dos Bombeiros Municipais do Cartaxo, Mário Silvestre. O debate decorrerá no Auditório Municipal da Quinta das Pratas, pelas 22 horas.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Convívio de amigos dos animais

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Concretizou-se no Sábado o projecto de juntar gente que gosta de animais e respectivos cães para realizar um convívio-caminhada. A ideia partiu de Sara Louro e Jenny de Ree e a ela aderiram mais de dezena e meia de pessoas. Aqui fica uma parte do relato feito por Sara Louro, após o encontro, colocado na página criada no Facebook:
"O S. Pedro foi amigo e apesar do frio tivemos uma excelente manhã.
A partir das 10h30 lá foram surgindo os primeiros convivas de 2 e 4 patas para o se iria relevar uma manhã bem passada.
Foi bom rever quem já conhecíamos, conhecer quem não conhecíamos e criar alguns laços que ficarão de certo para o futuro.

Para 1.º encontro foi uma agradável surpresa. Saber que na minha terra também se prezam os animais como membros plenos da família é muito bom.
Começamos este encontro com um pequeno passeio por esta bonita cidade que é o Cartaxo e depois tivemos um pequeno treino de obediência não tanto para os animais mas para os seus donos (mais necessitados de formação).
Aqui, queremos fazer um agradecimento ao Sérgio e especialmente ao Bruno Reis pela preciosa ajuda.
Uns tiveram que sair mais cedo do encontro. Outros chegaram mais tarde. Mas todos foram muito bem vindos. Pessoas que gostem de pessoas e que gostem de animais nunca são demais.
Sabemos o quanto é difícil dar seguimento a iniciativas destas, especialmente quando partem de cidadãos
Contamos que este tenha sido apenas o 1.º Encontro de entre muitos outros, que serão divulgados a seu tempo.
Os animais têm o poder extraordinário de nos ajudar a tornar-nos pessoas melhores e mais solidárias com os nossos semelhantes e com os outros seres, humanos e não humanos.
Quem não gosta de animais e os maltrata não pode ser boa pessoa."
anónimos como nós. No entanto, como a vossa ajuda este nosso 1.º encontro demonstrou que ainda existe esperança nestes eventos, tendo-nos dado forças para continuar.
 
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Água barata

É num concelho do Ribatejo que se bebe a água mais barata do país.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Tripla vitória para atleta cartaxeira


Sofia Duarte, aluna do 11º ano da  Escola Secundária do Cartaxo do Agrupamento Marcelino Mesquita, arrecadou  os três primeiros prémios na prova nacional do Mega Sprinter, Mega Km e Mega  Salto. A aluna participou  com êxito nas modalidades referidas dos 40 metros, Salto em Comprimento e Prova de  Estafetas.
A final nacional do Mega Sprinter/Mega Km/Mega Salto do Desporto Escolar foi realizada no Estádio Municipal do Parque da Cidade de V.N. Gaia (Lavandeira) nos dias 5 e 6, tendo a aluna representado a região da Lezíria e Médio Tejo.


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É urgente responsabilizar e traçar um rumo de esperança



Texto do presidente da PSD/Cartaxo, Jorge Nogueira, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

É urgente responsabilizar e traçar um rumo de esperança
As Eleições Autárquicas são sempre um momento de partilha e de esperança… de partilha de resultados alcançados no anterior mandato e de esperança em relação aos desafios dos próximos quatro anos.
E desse ponto de vista, as próximas eleições no Cartaxo estão há muito marcadas pela partilha de resultados muito negativos, que levaram à falência da autarquia e à necessidade de um resgate que ao longo de 20 anos custará cerca de 74 milhões de euros. Bem como serão marcadas pela desesperança que muitos sentirão em relação aos autarcas eleitos pelo Partido Socialista que trilharam o caminho do abismo e que não souberam ou não quise-ram ouvir os social democratas para evitar o descalabro.
As próximas Eleições Autárquicas marcam o fim de um ciclo para muitos dos concelhos e freguesias do País. No caso do nosso concelho, as eleições autárquicas representam bem mais do que o fim de um ciclo até porque é hoje facilmente constatável por todos os cidadãos que a actual situação do concelho é bem pior do que aquela que existia no início da década de 2000. No Cartaxo vamos ter que recomeçar muitas coisas… coisas simples e concretas como é o caso do restabelecimento da confiança entre cidadãos e autarcas.
Ao longo dos últimos 12 anos, os autarcas do Partido Socialista, representados no próximo acto eleitoral por Pedro Ribeiro e Paulo Varanda, não conseguiram encontrar um modelo de desenvolvimento sustentável para o concelho e assim destruíram os sonhos e a esperança de toda uma comunidade.
O orgulho no Cartaxo, sentido por dezenas de milhares de cartaxeiros ao longo de décadas, foi completamente abalado nos últimos anos, sendo hoje imperioso recuperar a paixão pela nossa terra. É hoje recorrente ouvirmos os cidadãos recordarem com saudade o tempo em que o Cartaxo era por todos considerado como uma terra harmoniosa, limpa e em que a qualidade de vida imperava.
E não se pense que os problemas que deitaram por terra o orgulho no concelho são questões de grande magnitude. Se ouvirmos as pessoas sabemos bem que a resolução dos problemas da degradação das nossas estradas e ruas, do saneamento básico, da falta de limpeza das ruas e jardins, da falta de espaços verdes bem cuidados, a par da falta de investimentos que possibilitem o desenvolvimento, sem esquecer os problemas criados no coração da cidade, poderão contribuir decisivamente para recuperar o brio da nossa terra.
Nas próximas Eleições Autárquicas os cidadãos vão ser convocados a responder a algumas questões simples mas determinantes para o nosso futuro a curto e médio prazo.
A primeira dessas questões tem a ver com confiança. Estarão os eleitores disponíveis para confiar naqueles que, desde 2001, apresentaram projectos mirabolantes, fantasiosos e despesistas para o concelho, sem cuidarem de questões básicas e vitais para o dia-a-dia dos munícipes?
A segunda questão também incide na confiança. Acreditarão os eleitores que aqueles que contribuíram ao longo dos últimos 12 anos para a falência da Câmara Municipal e que foram obrigados a pedir um resgate financeiro no valor de 74 milhões de euros estarão em condições de recuperar o concelho?
A terceira questão tem a ver com esperança. Todos sabemos que os próximos anos serão de grande rigor e muito exigentes em transparência e competência. Só assim é que os cartaxeiros poderão ter esperança na recuperação do nosso concelho. E a esperança entronca, de uma forma muito concreta, naquilo que os social democratas do Cartaxo têm dito, pelo menos desde 2001, quando ano após ano afirmaram que as opções dos autarcas socialistas iriam fazer regredir o concelho e retirar a capacidade de incentivar um desenvolvimento sustentável.
A esperança e o optimismo estão do nosso lado. Do lado daqueles que sempre se bateram para evitar o caminho do abismo em que seguiram os autarcas socialistas desde 2001 e que tantos prejuízos estão e irão provocar a todos os cidadãos. Os social democratas do Cartaxo estão à altura dos próximos desafios. O futuro do nosso concelho tem de começar a ser reconstruído e em Outubro, connosco, começará a ser uma realidade.