No Cartaxo não faltam candidatos a presidente de Câmara. Aos do PS, PSD, BE e CDU junta-se o actual presidente da autarquia como independente e, provavelmente, também entra na corrida um representante do CDS. Meia-dúzia, se as contas não me falham. E, graças a Deus, que a Câmara está falida. Se não estivesse, seriam para aí uma dúzia.
(Opinião - Jorge Eusébio)
domingo, 10 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
A JSD não vai exigir lugares ao PSD
(Excerto da entrevista a José Pato, líder da JSD/Cartaxo,
que pode ser lida, na íntegra, na edição 864 do jornal O Povo do Cartaxo)
Tendo em conta as polémicas, as confusões e as divisões existentes no PS, acha que é desta que o PSD tem uma hipótese muito forte de chegar ao poder no caso do Cartaxo?
Tendo em conta as polémicas, as confusões e as divisões existentes no PS, acha que é desta que o PSD tem uma hipótese muito forte de chegar ao poder no caso do Cartaxo?
Será uma oportunidade muito boa, embora difícil pelo
panorama nacional irá sempre afectar as eleições autárquicas pelo efeito de
contágio. Agora, a área socialistas dividida por duas pessoas irá dividir o que
é o seu eleitorado. Um PSD unido, forte e preparado poderá capitalizar essa
situação. Embora seja difícil, esta pode ser um excelente oportunidade para o
PSD tomar conta dos destinos do concelho.
Acha que vão aparecer duas candidaturas da área
socialista?
Acredito que sim. Pedro Ribeiro não irá desistir, Paulo
Varanda sente que é útil ao concelho e, quando uma pessoa se sente útil,
logicamente quer tomar parte do que são as decisões, por isso, não tenho
dúvidas que aparecerão duas candidaturas.
Vai impor elementos da JSD nas listas do PSD?
Não, a JSD não vai exigir lugares, queremos apenas
participar no programa eleitoral do PSD. Se alguns membros forem convidados e
sentirem que podem ajudar o PSD nessas funções, com certeza que terei todo o
gosto em que os jovens sejam candidatos. Até porque a juventude é importante,
são formas diferentes de ver e de estar na política, novas soluções, nova
criatividade, por vezes uma certa irreverência que pode ajudar os mais
experientes a ver novas soluções para o problema.
(Assine aqui o jornal O Povo do Cartaxo)
(Assine aqui o jornal O Povo do Cartaxo)
A lei da selva
A língua
portuguesa é rica. Se calhar, rica demais. É capaz de ter até palavras em
demasia. Por mim podiam eliminar algumas, como, por exemplo, caridade.
A caridade é uma atitude individual, geralmente bem intencionada, de dar qualquer coisa às pessoas com maiores dificuldades. Isso é, naturalmente, agradável para quem recebe, mas também para quem dá, uma vez que demonstra, nem que seja a si próprio, ser uma boa pessoa. E como é um gesto altruísta, que não estava obrigado a ter, espera, ou, pelo menos, deseja merecer reconhecimento e agradecimento. O problema maior é que a caridade funciona pontualmente, quando alguém está para aí virado, quando tem tempo ou bens materiais para doar. Acontece que quem precisa, precisa sempre, tem o péssimo hábito de, como qualquer outra pessoa, querer almoçar e jantar todos os dias e não apenas no Natal ou quando alguém acorda bem-disposto.
A caridade é uma atitude individual, geralmente bem intencionada, de dar qualquer coisa às pessoas com maiores dificuldades. Isso é, naturalmente, agradável para quem recebe, mas também para quem dá, uma vez que demonstra, nem que seja a si próprio, ser uma boa pessoa. E como é um gesto altruísta, que não estava obrigado a ter, espera, ou, pelo menos, deseja merecer reconhecimento e agradecimento. O problema maior é que a caridade funciona pontualmente, quando alguém está para aí virado, quando tem tempo ou bens materiais para doar. Acontece que quem precisa, precisa sempre, tem o péssimo hábito de, como qualquer outra pessoa, querer almoçar e jantar todos os dias e não apenas no Natal ou quando alguém acorda bem-disposto.
Por isso é
que prefiro mil vezes a palavra e o conceito de solidariedade. Implicam, no meu
entendimento, ter a visão de que, numa sociedade minimamente civilizada, não é
admissível que haja pessoas a viver em condições desumanas. De forma que os
cidadãos que assim pensam, aceitam que os seus impostos sejam um pouco mais
altos, de forma a que o Estado, que os representa, tenha recursos para acorrer
a tais situações. Com os meios e a estrutura que esse mesmo Estado tem, há a possibilidade de
detectar e inventariar todos os casos existentes e de proceder a um apoio à medida das necessidades
e de forma consistente e não pontual. Um apoio que deve passar não só por
ajudar quem precisa a suprir as suas necessidades básicas, mas também a dar-lhe
instrumentos para que, o mais rapidamente possível, tenha capacidade de, pelo
seu próprio trabalho e esforço, deixar de precisar desse apoio.
Esta é uma
forma de ver a vida em sociedade. Outra bem diferente é a de quem, nesta
altura, nos governa, que vê as diferenças como naturais e que acha que quem tem
talento para conseguir dinheiro não tem obrigação nenhuma de ajudar aqueles que
não o possuem. Deve ser cada um por si. Defendem, em bom rigor, a lei da selva.
Há que dar
luta a esta forma de encarar a vida em sociedade, sobretudo através da vertente
política, tentando fazer com que essa gente seja atirada do poder o mais
rapidamente possível. Mas, enquanto esse dia não chega, têm de ser os cidadãos,
de forma individual ou colectiva, mais ou menos organizados, a substituírem-se ao Estado, dando luta às
situações de pobreza e exclusão social que tenham conhecimento. De uma forma
solidária.
(Opinião - Jorge Eusébio)
É isso aí
Muitas vezes, a gente perde tempo com coisas pequeninas que não valem a pena. Ou complexas, mas que também não interessam para nada. Em preocupações, futilidades, idiotices. Com tudo isso, o tempo vai passando e acabamos por não desfrutar do que vale realmente a pena. De uma simples música, por exemplo. Como esta. Felizmente, ainda consegui ter tempo e sorte para descobri-la.
(Opinião, Jorge Eusébio)
(Opinião, Jorge Eusébio)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Bloco alerta para novos aumentos do preço da água
O Bloco de Esquerda acusa Paulo Varanda de, entre os interesses da Cartagua e os dos cartaxeiros, "não pestanejou" e optou pelos da empresa privada. Na base desta crítica está o facto dos consumidores terem recebido, juntamente com a sua última factura, a informação de que há um novo tarifário, que implica um aumento de 2,1% nos consumos domésticos mas, segundo as contas dos eleitos bloquistas, de 7,6% nos consumos sociais e familiares.
Uma situação que, acusam, o presidente da Câmara permitiu "sem uma reclamação, sem uma justificação e sem uma proposta de união para que todos juntos fizéssemos frente a este imoral e insensível aumento deste bem sagrado".
Inquirido pela Rádio Cartaxo, Paulo Varanda diz que o aumento é de apenas 2,1% e trata-se de uma imposição legal decorrente do índice nacional de preços ao consumidor, abrangendo todos os consumidores. Se na informação da Cartagua, há um aumento de 7,6% para os escalões familiar e e social, isso só poderá ser "um erro que terá de ser corrigido".
Uma situação que, acusam, o presidente da Câmara permitiu "sem uma reclamação, sem uma justificação e sem uma proposta de união para que todos juntos fizéssemos frente a este imoral e insensível aumento deste bem sagrado".
Inquirido pela Rádio Cartaxo, Paulo Varanda diz que o aumento é de apenas 2,1% e trata-se de uma imposição legal decorrente do índice nacional de preços ao consumidor, abrangendo todos os consumidores. Se na informação da Cartagua, há um aumento de 7,6% para os escalões familiar e e social, isso só poderá ser "um erro que terá de ser corrigido".
PSD não será "barriga de aluguer" de Paulo Varanda
O PSD do Cartaxo qualifica os dois candidatos da área socialista, Pedro Magalhães Ribeiro e Paulo Varanda, como "dois galos no mesmo galinheiro", que desenvolvem uma "clara disputa pessoal de poder" e revelam "desnorte e falta de bom senso". Em comunicado, o presidente da concelhia local dos social-democratas, Jorge Nogueira, assegura que o PSD vai apresentar-se como alternativa credível, "com as melhores soluções para o nosso concelho", com listas próprias para todos os órgãos autárquicos e que não precisa de "alugar candidatos para levar à população o seu projecto político", nem ser "barriga de aluguer de um qualquer presidente da Câmara em exercício"..
No entanto, antes de avançar, diz ser "necessário conhecer em primeiro lugar qual é a verdade sobre a situação económica e financeira da autarquia e qual será o plano que o Tribunal de Contas aprovará para recuperar a Câmara do Cartaxo do estado de falência em que se encontra" É uma questão de "prudência e elementar bom senso conhecer primeiro a realidade e só depois apresentar soluções", pois, acrescenta, "só aos que querem o poder a todo o custo e aos que são movidos pela ambição pessoal é que não importa a realidade".
Jorge Nogueira mostra-se optimista quanto à possibilidade do PSD conseguir finalmente chegar ao poder, pois "a população do Cartaxo já percebeu que os últimos 12 anos de gestão socialista atiraram o nosso concelho para uma situação ruinosa e constata agora que os que participaram directamente no descalabro querem catapultar-se para a cadeira do poder com um claro intuito de continuar a esconder a verdade das contas, bem como com a velada intenção de garantir a continuidade das prebendas aos do costume".
Desfile de Carnaval 2013 - Cartaxo
Ao longo de todo o fim-de-semana iremos colocar aqui fotos do Carnaval. Se também tirou fotos e as quer ver neste espaço, pode enviá-las para o e-mail: voubebercafe@gmail.com.
Votos não são dos partidos, mas dos cartaxeiros
Paulo Varanda assumiu, de viva voz, à Rádio Cartaxo, ser candidato como independente à presidência da autarquia, nas próximas eleições autárquicas de Outubro e anunciou que a data da apresentação formal vai acontecer no dia 9 de Março. O actual presidente da Câmara do Cartaxo diz que até agora não houve qualquer contacto com os partidos políticos, renega a forma como nos últimos tempos se tem feito política no concelho e defende ser necessária "uma nova forma de fazer política". Também rejeita a ideia de que vá tentar tirar votos aos partidos políticos, até porque "os votos não são do PS ou do PSD, são dos cartaxeiros".
Paulo Varanda assume candidatura independente
Paulo
Varanda vai avançar com uma candidatura independente nas próximas eleições autárquicas. Em comunicado, o
actual presidente da Câmara assume-se como não político, diz que nunca foi, não
é e não será um político, mas sim um cidadão que preocupado com a defesa do
interesse, do bem-estar e do progresso do município.
Na sua
opinião, os partidos políticos já tiveram a sua oportunidade de, em termos de
escolhas de candidatos, fazerem algo de útil pelo concelho, mas não foram bem sucedidos,
pois o panorama que se vê é, na sua opinião, de candidatos movidos por
interesses próprios e não pelo interesse colectivo do município do Cartaxo.
O autarca
adianta que surgiu “um movimento muito alargado de cartaxeiros, da esquerda e
da direita” a demonstrar-lhe o seu inequívoco apoio para que possa dar
continuidade ao trabalho que tem vindo a desenvolver à frente da Câmara, que é,
“herdeira de uma pesada e lesiva herança do PS”. Paulo Varanda diz que não vai
ignorar este apoio pelo que assume desde já ir avançar como candidato independente
sem cor partidária.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Detenções no Cartaxo e em Marinhais
A PSP anunciou ter detido um homem de 50 anos de idade, por posse de vários objectos proibidos, designadamente uma arma, (carabina), um silenciador, um carregador, várias munições.
Em nota de imprensa, aquela força de segurança refere que a detenção ter resultado de "uma fiscalização de viatura pertencente ao detido, depois de o mesmo se ter envolvido em discussão com familiares".Em Marinhais, a PSP fez outra detenção, esta sob a acusação de tráfico de estupefacientes. O detido, residente no concelho de Salvaterra de Magos, "foi abordado no decorrer de uma ação de fiscalização rodoviária, durante a qual os militares se depararam com a presença de 12 sacos e um balde um balde cheios de cannabis no interior da viatura".
Foram apreendidas o equivalente a 280 doses de Haxixe e 3935 doses de Cannabis.
Em nota de imprensa, aquela força de segurança refere que a detenção ter resultado de "uma fiscalização de viatura pertencente ao detido, depois de o mesmo se ter envolvido em discussão com familiares".Em Marinhais, a PSP fez outra detenção, esta sob a acusação de tráfico de estupefacientes. O detido, residente no concelho de Salvaterra de Magos, "foi abordado no decorrer de uma ação de fiscalização rodoviária, durante a qual os militares se depararam com a presença de 12 sacos e um balde um balde cheios de cannabis no interior da viatura".
Foram apreendidas o equivalente a 280 doses de Haxixe e 3935 doses de Cannabis.
Associação dos Casais Lagartos está de volta
O Carnaval deste ano vai marcar o reinício das actividades da Associação Cultural e Recreativa dos Casais Lagartos.
A colectividade esteve inactiva, mas há cerca de dois meses, um grupo de habitantes locais resolveu reactivá-la, para o que elegeu uma nova direcção que tem como presidente Dora Tristão. Como o Carnaval já estava à ‘vista’ resolveram que a sua primeira iniciativa pública seria organizar, exactamente, um desfile carnavalesco, recuperando uma tradição de há alguns anos atrás, em Casais Lagartos. Dora Tristão recorda, por exemplo, o primeiro que organizou, em 1998, que “teve 103 pessoas a desfilar”.
Este ano, para já, garantida está a participação de três carros alegóricos que a associação e os seus amigos têm vindo a preparar, ao longo das últimas semanas. O desfile realiza-se no Domingo (dia 10) e Dora Tristão espera que haja “grande participação da população”, não só nesta iniciativa mas em todas as outras que a associação está a preparar, de forma a “conseguirmos dinamizar e fazer ‘mexer’ um pouco a terra”. Uma tarefa que não se apresenta fácil, antevê, tendo em conta a dificuldade que teve em conseguir o número de pessoas necessárias para preencher os órgãos sociais da associação.
(Versão completa para ler na edição 864 do Povo do Cartaxo. Assine aqui o jornal)
Pronto, agora vai-te embora
É um filme antigo mas que resulta sempre bem: um ministro das Finanças que decreta o fim da crise. Não sei é se a medida
já está em vigor, se já saiu no Diário da República ou se ainda tem de
ser promulgada pelo Presidente das República. E já agora, pelo sim, pelo
não, convinha que fosse analisada pelo Tribunal Constitucional.
(Opinião - Jorge Eusébio)
(Opinião - Jorge Eusébio)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Família que precisa de apoio: Ponto de situação
Não caíram em saco roto os apelos que fizemos neste espaço, no jornal O Povo do Cartaxo e na Rádio Cartaxo sobre uma família dos Casais Lagartos que precisa de apoio.
Nesta altura, há pelo menos duas empresas que se disponibilizaram a ajudar, uma delas com os materiais necessários para o telhado da casa e a outra com o de casa-de-banho.
Também nos chegou um donativo em dinheiro e várias pessoas se disponibilizaram para doar roupa e alimentação. Todas essas ajudas são bem-vindas mas o que é essencial é conseguir recursos - essencialmente, materiais de construção - para que a família em causa possa ter uma habitação com o mínimo de condições. Conforme já aqui informámos, trata-se de um agregado familiar composto por um casal e dois filhos menores (de 7 e 12 anos) que perdeu o direito ao Rendimento de Inserção, numa altura em que, com a ajuda de amigos e conhecidos, tenta transformar uma espécie de ruínas num espaço habitável.
Mais uma vez aqui se apela aos cidadãos do concelho e, em especial, a empresas da área da construção o apoio que possam dar para tornar este sonho numa realidade. Para o efeito, ou para obter informações suplementares, podem contactar o jornal O Povo do Cartaxo, através do e-mail: opovodocartaxo@gmail.com ou do telefone: 243 702 154.
Nesta altura, há pelo menos duas empresas que se disponibilizaram a ajudar, uma delas com os materiais necessários para o telhado da casa e a outra com o de casa-de-banho.
Também nos chegou um donativo em dinheiro e várias pessoas se disponibilizaram para doar roupa e alimentação. Todas essas ajudas são bem-vindas mas o que é essencial é conseguir recursos - essencialmente, materiais de construção - para que a família em causa possa ter uma habitação com o mínimo de condições. Conforme já aqui informámos, trata-se de um agregado familiar composto por um casal e dois filhos menores (de 7 e 12 anos) que perdeu o direito ao Rendimento de Inserção, numa altura em que, com a ajuda de amigos e conhecidos, tenta transformar uma espécie de ruínas num espaço habitável.
Mais uma vez aqui se apela aos cidadãos do concelho e, em especial, a empresas da área da construção o apoio que possam dar para tornar este sonho numa realidade. Para o efeito, ou para obter informações suplementares, podem contactar o jornal O Povo do Cartaxo, através do e-mail: opovodocartaxo@gmail.com ou do telefone: 243 702 154.
Desfiles de Carnaval
Esta Sexta-feira (dia 8), pelas 10H30, tem lugar o desfile de Carnaval das crianças do Cartaxo. Como é habitual, o local de encontro é o Largo do Valverde, daí seguindo a ‘comitiva’ pelas ruas Stael Machado e Batalhoz, até à Praça 15 de Dezembro. Participam o Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita (Escola Secundária, Escola Básica 2,3 do Cartaxo e Escolas de 1.º Ciclo da freguesia do Cartaxo) e o Jardim de Infância do Cartaxo.
Também em Pontével e Vale da Pinta, as crianças saem à rua para brincar ao Carnaval. Em Pontével, caso S. Pedro ajude e não chova, os alunos do 1º Ciclo do Agrupamento D. Sancho I, farão o tradicional desfile pelas ruas da vila. Se as condições meteorológicas não o permitirem, o espírito carnavalesco manter-se-á, mas dentro dos muros da escola.
Em Vale da Pinta também está previsto que os alunos da Escola do 1º Ciclo e as crianças do Jardim de Infância vão mascarar-se e desfilar pelas ruas da vila, com início no coreto e final junto à sede da Sociedade C.R.Vale da Pinta.
Mas o espírito de folia não ‘morre’ na Sexta-feira. No dia seguinte (Sábado, 9), as máscaras de Carnaval voltam às ruas do Cartaxo. Com encontro marcado na Quinta das Pratas às 21h30, os foliões começam a desfilar a partir das 22h00 trazendo a alegria às ruas da cidade – Rua José Ribeiro da Costa, Travessa do Soares, Rua Batalhoz e Rua Luís de Camões. O DJ Tiago Riko vai animar o final do desfile com muita música. A organização é da Tertúlia “Os Loucos Aficionados”, que conta com o apoio da Associação “Gentes do Cartaxo”. Os interessados em participar devem inscrever-se através do 915 776 395.
Igualmente nos Casais Lagartos, a quadra mais alegre do ano será devidamente festejada no Domingo.
Outras iniciativas mais pontuais relacionadas com o Carnaval vão ter lugar, em colectividades e espaços privados. Uma das que nos chegou informação é a que diz respeito ao Hotel Quinta das Pratas, que vai celebrar o Carnaval nas noites de 8 e 9.
(Assine o jornal O Povo do Cartaxo aqui)
Também em Pontével e Vale da Pinta, as crianças saem à rua para brincar ao Carnaval. Em Pontével, caso S. Pedro ajude e não chova, os alunos do 1º Ciclo do Agrupamento D. Sancho I, farão o tradicional desfile pelas ruas da vila. Se as condições meteorológicas não o permitirem, o espírito carnavalesco manter-se-á, mas dentro dos muros da escola.
Em Vale da Pinta também está previsto que os alunos da Escola do 1º Ciclo e as crianças do Jardim de Infância vão mascarar-se e desfilar pelas ruas da vila, com início no coreto e final junto à sede da Sociedade C.R.Vale da Pinta.
Mas o espírito de folia não ‘morre’ na Sexta-feira. No dia seguinte (Sábado, 9), as máscaras de Carnaval voltam às ruas do Cartaxo. Com encontro marcado na Quinta das Pratas às 21h30, os foliões começam a desfilar a partir das 22h00 trazendo a alegria às ruas da cidade – Rua José Ribeiro da Costa, Travessa do Soares, Rua Batalhoz e Rua Luís de Camões. O DJ Tiago Riko vai animar o final do desfile com muita música. A organização é da Tertúlia “Os Loucos Aficionados”, que conta com o apoio da Associação “Gentes do Cartaxo”. Os interessados em participar devem inscrever-se através do 915 776 395.
Igualmente nos Casais Lagartos, a quadra mais alegre do ano será devidamente festejada no Domingo.
Outras iniciativas mais pontuais relacionadas com o Carnaval vão ter lugar, em colectividades e espaços privados. Uma das que nos chegou informação é a que diz respeito ao Hotel Quinta das Pratas, que vai celebrar o Carnaval nas noites de 8 e 9.
(Assine o jornal O Povo do Cartaxo aqui)
Os suspeitos do costume
Se a política fosse um campeonato de futebol, podia
dizer-se que, na última semana, melhor dizendo, na última jornada, o Governo
ganhou pontos em dois campos. Depois de somar montes de derrotas e empates, lá
obteve uma vitória muito festejada, com a ida aos ‘mercados’ mais cedo do que
se esperava.
Mas ganhou também
pontos no campo do adversário, o PS, sem sequer ter necessidade de ir a jogo.
Os socialistas são gente muito dinâmica e não precisam da ajuda de ninguém para
dar tiros nos pés. Em vez de actuarem como uma equipa coesa e solidária, cada
um dos seus pseudo-craques joga para si e para a bancada.
No PS, está a
assistir-se a um filme muito antigo, já de barbas brancas. O argumento conta-se
muito rapidamente: havia um indivíduo (António Costa, ao que parece) que tinha
o sonho de ser líder do PS, mas não lhe apetecia estar a avançar em época de
vacas magras, sem o horizonte do poder à vista. De forma que empurrou, ou
ajudou a empurrar, o militante que estava mais à mão (António José Seguro).
Entretanto, o PSD e CDS já levaram a cabo uma parte substancial do trabalho
sujo e, devido a isso, há a possibilidade de, mais cedo do que se suponha,
cederem o Governo ao PS. De forma que, assim sendo, António Costa parece já
estar disposto a ‘sacrificar-se’ pelo país. Como em todos os argumentos de
cinema ou novela, há também neste, outros sub-enredos, sendo, neste caso, os
mais significativos os protagonizados pela tralha socrática.
Acontece que estes
episódios em nada contribuem para a nossa felicidade. Quem continua a ganhar
com o ‘sucesso’ da ida de Portugal aos mercados são os bancos estrangeiros que,
através da troika, nos vendiam dinheiro a 3,4% de juros e agora continuam a
financiar-nos, mas a quase 5%. Indirectamente, quem também pode ganhar é o
sector financeiro português que vê abrirem-se mais portas de financiamento. De
forma que passará a ir lá fora buscar dinheiro para, como é hábito, emprestar
às grandes empresas e aos amigos e conhecidos que queiram comprar acções,
porque parece que as cotações já começaram a subir.
Para os restantes
99,999999% portugueses, estas manobras não aquecem nem arrefecem. As empresas
vão continuar a fechar, o desemprego a aumentar e o fisco a exigir aos cidadãos
o que têm e o que não têm.
Em face disto, a
gente olha para o PS e vê que está mais preocupado em brincar às lideranças do
que em apresentar-se como uma alternativa séria e credível.
Em resumo, eles divertem-se e quem se
trama são os suspeitos do costume.
(Opinião - Jorge Eusébio - Texto originalmente escrito no jornal O Povo do Cartaxo, que pode assinar aqui)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
PSD atrasado na escolha do candidato
(Excerto da entrevista a José Pato, líder da JSD/Cartaxo,
que pode ser lida, na íntegra, na edição 864 do jornal O Povo do Cartaxo)
O PSD não se está a deixar atrasar um bocado na escolha
dos seus candidatos para as autárquicas?
Considero que sim, isso já devia estar a ser preparado há
algum tempo. Mas ainda vamos a tempo, desde que se comece já e durante o
próximo mês, a planear o que vai ser a nossa estratégia para as eleições
autárquicas. No que é o possível planeamento autónomo da JSD para as
autárquicas, estamos a delinear uma série de acções e de iniciativas que
pretendemos ver realizadas nessa altura, mas sempre viradas para a nossa
juventude.
A que atribui este silêncio do PSD em relação à questão? Não tenho falado
com os elementos do PSD sobre essa matéria. Vou primeiro sondar o que a minha
comissão política e os meus militantes querem e depois é que irei abordar o
presidente do PSD sobre essa matéria, porque se tem que tratar efectivamente do
que vai ser a campanha. Se muitas vezes as decisões são difíceis, grave é não
as tomar, seja elas boas ou más, o que importa é tomá-las. Temos que começar a
trabalhar nisso, se há candidatos a mais, se há candidatos a menos, o PSD terá
que resolver isso, se precisar da ajuda da JSD, contará certamente com ela,
estaremos sempre disponíveis, mas o certo é que o tempo começa a escassear.
O PSD teve nas últimas eleições o melhor resultado
autárquico de sempre, acha que seria uma boa opção voltar a apostar em Paulo Neves como
candidato?
Paulo Neves fez um bom trabalho, também não sei se estará
disponível, não sei se é intenção dele voltar ou não a ser candidato. As
eleições autárquicas prendem-se muito nas pessoas e não nos partidos.
(Assine aqui o jornal O Povo do Cartaxo)
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