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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Programa das Festas de Pontével







DIA 5 (Sexta-feira): 19h00 - Inauguração dos Festejos de 2014 com a presença da Banda da S.F.I.P; 20h00 - Abertura do Restaurante Regional e Quermesse; 22h30 - Atuação da BANDA EUROPA; 01H00 - Surpresa Aérea
01h30 - Tradicional Queima do Pinheiro Seguida de Fogo de Artifício; 02h00 - Continuação da Atuação da BANDA EUROPA.

DIA 6 (Sábado): 09h00 Alvorada; 12h00 - Abertura do Restaurante Regional; 15h00 - Demonstração de Stunt Riding/Freestyle de Ynot Stunt Team; 20h30 - Atuação dos Rancho Folclóricos: Rancho Etnográfico da Casa do Povo de Pontével; Rancho Folclórico Ceifeiras de Porto de Muge – Valada; 23h00 - Actuação do GRUPO REPUBLIKA; 01h30 - Fogo de artifício; 02h00 - Continuação da Atuação do GRUPO REPUBLIKA.

DIA 7 (Domingo): 09h00 Alvorada; 12h00 - Abertura do Restaurante Regional; 15h30 - Missa na Igreja da Paróquia; 17h00 - Procissão Percorrendo as Principais Ruas da Vila; 22h30 - Atuação do GRUPO GRAFFITI; 01h30 - Grandiosa Sessão de Fogo de Artifício; 02h00 - Continuação da Atuação do GRUPO GRAFFITI.

DIA 8 (Segunda-feira): 09h00 Alvorada; 12h00 - Abertura do Restaurante Regional; 16h00 - Tradicional Corrida de Carrinhos de Rolamentos; 22h30 - Atuação do GRUPO KAPITAL
01h30 - Fogo de Artifício; 02h00 - Continuação da Atuação do GRUPO KAPITAL.

DIA 9 (Terça-feira): 09h00 Alvorada; 12h00 - Abertura do Restaurante Regional; 16h00 - Tradicional Picaria; 22h00 - Atuação da BANDA HI-FI; 23h00 - Passagem de Testemunho dos QUARENTÕES 2014 para os de 2015; 23h15 - Atuação de DAVID ANTUNES 6 MIDNIGHT BAND com Participações Especiais de PAULO DE CARVALHO, FF, e VANESSA SILVA; 01h30 - Fogo de Artifício; 02h00 - Continuação da Atuação da BANDA HI-FI; 04h00 - Encerramento dos Festejos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Corrida de carros de rolamentos em Pontével

Em Pontével começam na Sexta-feira os Festejos em Honra de Nossa Sra. do Desterro. Um dos eventos mais populares do certame é a Corrida de Carrinhos de Rolamentos, que vai ter lugar na Segunda-feira (8 de Setembro). Aqui fica o vídeo de uma anterior edição.

domingo, 19 de maio de 2013

Kaspiadas em grande plano

O KASPIADAS- GRUPO CÉNICO DA CASA DO POVO DE PONTÉVEL esteve em grande plano no 7º Festival Internacional de Teatro, que decorreu em Canidelo (Vila Nova de Gaia). O grupo de Pontével, que apresentou a peça "O GATO" conquistou o 3º lugar na votação do público na categoria de Melhor Espec-táculo e viu Carlos Santos   ser  nomeado para o Prémio de Melhor Actor Masculino. Este certame, que é considerado um dos melhores festivais de teatro independente do país, teve, este ano, como patrono o conhecido actor Rui Mendes. O encenador e actor Carlos Santos faz um balanço muito positivo de mais esta participação  do grupo e refere que, mais do  que distinções obtidas, que atestam o bom trabalho desenvolvido, “o que nos apraz registar foi  podermos levar mais uma vez a um festival internacional o KASPIADAS, e por conseguinte a Casa do Povo de Pontével, a nossa Vila de Pontével e o nosso concelho”

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fazendeiros e trabalhadores rurais homenageados




Cerca de uma centena de pessoas marcaram presença na homenagem aos fazendeiros e trabalhadores rurais, que decorreu este domingo em Pontével. 
O ponto alto foi a homenagem, por parte da Junta local, aos que completaram 75 anos de idade. 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Lavar a roupa no rio da Fonte

Momento em vídeo do Desfile dos Fazendeiros

Festa dos Fazendeiros em Pontével

Realizou-se este domingo, em Pontével, o Cortejo dos Fazendeiros, um evento integrado na Festa dos Fazendeiros que tem continuação no próximo fim-de-semana. Consistiu num desfile de viaturas rurais e grupos apeados trajados à moda de antigamente, apresentando tradições rurais e agrícolas, enriquecidos com alguns quadros retratando a vida e o trabalho de outros tempos.Veja aqui a primeira parte de uma galeria de fotos que irá sendo aumentada ao longo dos próximos dias.



quinta-feira, 7 de março de 2013

Quarentões já trabalham para as Festas em Honra de Nossa Senhora do Desterro

Embora a data da sua realização ainda venha longe, as Festas em Honra de Nossa Senhora do Desterro, de Pontével, já começam a ‘mexer’. Ou seja, a comissão de Quarentões está a levar a cabo um conjunto de iniciativas que visam a angariação de fundos para a realização das célebres festas, que levam, todos os anos, multidões de pessoas a Pontével.
Com esse objectivo, foi realizado um Festival do Bacalhau, na Casa do Povo de Pontével. Quem por lá passou teve oportunidade de provar o fiel amigo cozinhado de todas as formas e feitios. E, pelos vistos,  quem provou, aprovou. Depois de experimentar uma Feijoada de Bacalhau, um dos comensais garantia que “estava espectacular”. Ao lado, um  colega optou por Bacalhau à Bráz e Empadão de Bacalhau e também não deixava margem para dúvidas: “muito bom, muito bom”. “Bacalhau Assado no Forno” e “Bacalhau com Broa” eram algumas das muitas outras opções colocadas à disposição da ‘clientela’. O problema mesmo era escolher.
Um dos Quarentões deste ano é Jorge Mendão, que fez um balanço muito positivo desta iniciativa, que “correu muito bem, dentro das expectativas, as pessoas aderiram e queremos que fiquem agradadas com o nosso trabalho”. Um trabalho que tem o apoio de gente que não pertence à comissão, mas que faz questão de ajudar, e de empresas da freguesia e do concelho, neste caso, sobretudo, restaurantes.
Os Quarentões deste ano são 26 e seguem uma tradição já bastante antiga de assumirem a organização de festa no ano em que celebram 40 primaveras. O trabalho dura praticamente um ano inteiro. Começou aquando do fecho das festas do ano passado, em Setembro. A ocasião foi, desde logo, aproveitada pela equipa para se dar a conhecer. Para isso construiu um carro e participou no evento mais espectacular e típico das festividades, as corridas de carros de rolamentos. Tratava-se de uma viatura que transportava uma bateria, o que indiciava já estarem preparados para dar música a todos os que se queiram deslocar a Pontével na próxima edição das Festas em Honra de Nossa Senhora do Desterro. No ano passado, apesar da forte crise económica que é sentida no bolso de todos, houve uma enorme afluência de público. Toda a gente se divertiu, houve música e comida para todos os gostos, a comissão arranjou dinheiro para pagar tudo e ainda sobrou algum dinheiro.
Este ano, os ‘novos’ Quarentões esperam que o mesmo cenário e resultado  aconteçam e, pelo menos, estão a trabalhar a sério para que isso aconteça.


(Jornal O Povo do Cartaxo)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Problema da Humanitária resolvido

O problema da Associação Humanitária da Freguesia de Pontével, a que aqui se fazia referência acabou de ser resolvido. O Parlamento alterou e o presidente da República promolgou, de imediato, a Lei 12/97 que isenta as instituições particulares de solidariedade social, como é o caso da Humanitária, de terem alvará para poderem fazer transportes nas suas ambulâncias.

Transporte de doentes pela Humanitária pode estar em risco

Pela segunda vez, uma delegação da Associação Humanitária da Freguesia de Pontével marcou presença numa sessão de Câmara. Desta vez, para além de elementos dirigentes, também fizeram questão de marcar presença trabalhadores da instituição e voluntários. Um dos problemas apresentados tem a ver com o alvará necessário para fazer o transporte de doentes que já caducou e, junto do INEM, está a ser desenvolvido o processo para atribuição de um novo. Um dos documentos que lhes exigem é a licença de utilização das instalações, que é suposto ser passada pela Câmara. Acontece que ela nunca foi emitida e para que o seja é necessário desenvolver-se um processo moroso e complicado. O problema é que, na falta desse documento, a todo o momento, referiu o presidente da Humanitária, Elias Rodrigues, “corremos o risco de deixar de poder transportar doentes”. Esta situação levou a que a sessão de Câmara fosse interrompida por alguns instantes para que o executivo se reunisse em privado, procurando encontrar formas legais de resolver o problema. No regresso, Paulo Varanda anunciou haver “uma linha de solução”, mas para que ela avance será necessário falar com o presidente do INEM, o que prometeu fazer de imediato. Um dos aspectos caricatos da questão é que a partir de Março esse alvará deixará de ser necessário, bastando para isso que o presidente da República promulgue um diploma legal já aprovado.
Leia toda a notícia na edição impressa do jornal O Povo do Cartaxo. Faça aqui a sua assinatura.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ainda há gente sem energia eléctrica

A Câmara do Cartaxo informa que "este momento estão sanadas todas as situações" que são da sua  responsabilidade. No que diz respeito ao fornecimento de energia, nem tudo voltou ainda ao normal, uma vez que "continuam por solucionar algumas situações na freguesia de Pontével". As zonas que continuam 'às escuras' são, segundo nota de imprensa da autarquia, as seguintes: Casais das Hortas, Rua do Beitão (apenas parte da rua), Rua do Pinhal Velho, Casais da Amendoeira (diversas zonas) e Casais Luíses (diversas zonas).
Neste documnento pode ler-se, ainda, que "o município está em contacto permanente com a EDP, para que esta empresa cumpra a sua obrigação de repor o fornecimento de energia eléctrica". No entanto, da parte da empresa continua a não haver informação sobre quando estes problemas poderão ficar resolvidos.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ainda há locais com falta de electricidade

Ficaram ontem resolvidos muitos dos problemas de falta de energia eléctrica no concelho do Cartaxo. No entanto, ainda há algumas situações por resolver, essencialmente nas freguesias da Lapa, Ereira e Pontével. Há casos em que uma casa tem energia e outra ao lado, não, e até algumas casas que numas salas têm luz e outras não têm.
Em declarações à Rádio Cartaxo, o presidente da freguesia de Pontével, José António Sobreira, lamentou a falta de diálogo que diz haver da parte da EDP. Entende que, enquanto a situação não volta ao normal,  seria relativamente simples resolver muitos dos problemas, por exemplo, 'puxando' energia eléctrica de uns locais para outros. Outra das questões que coloca é a de saber quem paga os prejuízos que cidadãos e empresas têm tido pelo facto da EDP ter demorado demasiado tempo a repor a energia eléctrica.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Sem electricidade desde Sábado

Uma parte da população do concelho do Cartaxo está sem electricidade desde Sábado. Os mais afectados têm sido os moradores dos Casais da Amendoeira, Casais Lagartos, Casais Penedos, Casais Luíses (freguesia de Pontével) e também alguns das freguesias da Ereira e de Vale da Pedra (zona da Cruz do Campo). Hoje, por volta das 11 da manhã, houve um problema que deixou toda a freguesia da Ereira sem luz, uma situação que, entretanto, foi parcialmente resolvida.
Quanto ao fornecimento de água, a Cartagua diz ter todos os sistemas em funcionamento, recorrendo à utilização de geradores para bombear água nos locais onde a rede eléctrica não está a funcionar.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Barreira dos 100 anos quebrada

 
Hoje há um aniversário muito especial em Pontével. O de Natalina Lopes, que celebra a fantástica idade de… 100 anos. Pessoa de personalidade forte, sempre teve muito talento para a arte dos bordados e rendas e ainda hoje garante que não havia ninguém que fizesse aquele tipo de trabalhos melhor do que ela.
Como no seu tempo de juventude era uma complicação para os pais deixarem as filhas namorarem - ainda mais, no seu caso, por ser filha única - aos 16 anos resolveu logo o problema... casando. Uma relação que acabou por durar 74 anos, até ao falecimento do seu marido.
O segredo para a sua longevidade não é evidente. Diz a afilhada, Madalena Saraiva, que nunca mostrou ter cuidados especiais com a sua saúde. Inclusivamente, procurava estar o mais longe possível dos médicos, só há cinco anos, devido a ter partido um pé, que a levou a ficar acamada, é que teve de romper essa regra. Também sempre comeu de tudo, nunca foi do tipo de pessoa de não comer este ou aquele alimento por pensar que pudesse fazer-lhe mal à saúde ou contribuísse para engordar. Foi saudável e activa a vida toda e, aos 94 anos, ainda ia de casa até Pontével (cerca de dois ou três quilómetros) a pé.
Natalina Lopes é a segunda cidadã do concelho do Cartaxo a chegar a um século de vida, no espaço de cerca de dois meses.  Em 20 de Novembro,tinha sido a vez de Clara Maria Patrício, considerada a “Enfermeira do Povo” na freguesia de Vale da Pinta conseguir essa façanha
Reportagem completa para ler na próxima edição do jornal O POVO DO CARTAXO, Sexta-feira nas bancas.

TEXTO RELACIONADO:

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Multibancos à prova de assalto



Em Vale da Pedra, Vale da Pinta e Lapa vão ser construídos autênticos bunkers, onde serão instalados os postos multibanco. Trata-se de uma medida de segurança exigida pela Caixa Agrícola para voltar a instalar definitivamente aqueles equipamentos e impedir o seu assalto por meio de rebentamento.
Esse receio fez com que aquela instituição bancária tenha desactivado os multibancos que tinha nas freguesias. Entretanto, o de Pontével já voltou a estar operacional e os de Vale da Pinta e Lapa deverão, segundo os respectivos presidentes de Junta, ser ligados a qualquer o momento, embora de forma provisória, enquanto não são construídos os bunkers onde serão então colocados, de forma definitiva, estes equipamentos. Apenas o de Vale da Pedra não será ligado de imediato, por decisão do presidente da Freguesia. Joaquim Edgar receia que haja uma tentativa de assalto por rebentamento e então “ficávamos sem multibanco, sem junta de freguesia nem posto médico”. Mas, tal como os seus colegas de Vale da Pinta e da Lapa, também ele pretende avançar com a construção do bunker, uma estrutura de betão, com porta blindada, praticamente à prova de assalto e de rebentamento. No caso de Vale da Pedra, ficará situado no pequeno jardim existente em frente ao edifício da Junta.
No entanto, a construção poderá não avançar de imediato, devido aos custos que acarreta para as freguesias. De acordo com Rogério Santos, presidente da Freguesia da Lapa, os orçamentos que lhe chegaram “andam na ordem dos oito a 10 mil euros”, o que, nesta altura de crise, é uma verba significativa para estas autarquias, a quem competirá suportar a despesa. No caso da Lapa, o bunker ficará situado no largo principal, também praticamente em frente à Junta.
Fernando Ramos, de Vale da Pinta, também está na expectativa de saber com que verbas poderá contar no orçamento do próximo ano, de forma a poder avançar com a construção do bunker, que ficará localizado na zona em que está hoje, no largo junto aos semáforos.

(Jornal O Povo do Cartaxo, edição 861)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Os primeiros tempos da Humanitária de Pontével




Afonso Vital e José Inglês da Ponte são dois dos homens que estiveram na origem da Associação Humanitária da Freguesia de Pontével. Tudo começou com a organização das Festas de 1994, por um grupo de Quarentões, do qual faziam parte. Afonso Vital lembra que, na Segunda-feira, “já tínhamos a festa praticamente paga, na Terça-feira actuou o Quim Barreiros e foi a maior enchente de todos os tempos naquelas festas”. Graças a isso, no final, ao fazerem as contas, verificaram que sobrava muito dinheiro e começaram a pensar em como o haviam de aplicar. Um colega teve a ideia de adquirir uma ambulância para a freguesia, os outros concordaram e fez-se o negócio. A ideia original foi que a viatura ficasse ao serviço da Junta de Freguesia. Só que a autarquia “não tinha condições para trabalhar sozinha e pensou-se então em criar uma associação”. Mas quando avançaram com o processo, descobriram que as regras impunham a necessidade de terem mais do que uma ambulância.


Na altura, era Conde Rodrigues o presidente da Câmara e havia prometido, na campanha eleitoral, que, diz José Inglês da Ponte, “destacava para Pontével um núcleo dos Bombeiros”. Foi, então, a uma sessão da Assembleia cobrar essa promessa, a autarquia acabou por oferecer uma segunda ambulância e, assim, já foi possível avançar com a associação e colocá-la a funcionar. Mas, as coisas não foram fáceis nos primeiros tempos. Desde logo, para legalizar a Associação foi “uma burocracia enorme”. Para fazer transporte de doentes era necessário reunir um conjunto grande de condições. Também foi complicado legalizar as ambulância, perdendo-se cerca de dois anos até que todas as situações estivessem totalmente resolvidas. Outra questão que havia que resolver era a da sede. Afonso Vital recorda que ela foi instalada “numa adega velha, nós é que fizemos as obras, de forma a conseguirmos as condições mínimas para poder funcionar”. Uns cinco anos mais tarde, “aumentámos as instalações mais um bocadinho para criar uma pequena camarata e um escritório e estivemos nessas instalações precárias ao longo de 13 anos”. Os dois fizeram parte do núcleo de fundadores e dos primeiros órgãos sociais, ficando José Inglês da Ponte como presidente da Direcção e Afonso Vital como primeiro tesoureiro. A equipa foi, então, “de porta em porta, angariar sócios e fomos muito bem recebidos”. Fizeram questão de deixar bem claro que aquela seria uma instituição de toda a freguesia de Pontével, que “estava um bocado dispersa, em termos de comunicação e relacionamento, e nós tentámos fazer uma associação que abarcasse toda a freguesia”. Isso era visível até na lista dos primeiros corpos sociais que incluía moradores da sede de freguesia e de todos os restantes três núcleos populacionais de maior dimensão.
Mas, naturalmente, que, mesmo nessa altura, ninguém ‘nadava’ em dinheiro e lá voltou o grupo a ir a uma Assembleia Municipal para pedir apoio à Câmara. Ele chegou sob a forma do fornecimento de combustível o, que aliviou os apertos financeiros e possibilitou a continuação da sua actividade.

Uma actividade que já salvou muitas vidas. Algumas, logo no ano da fundação, quando resolveram enviar uma ambulância, para estar de prevenção, num rallye de angariação de fundos, nos Casais Lagartos. José Inglês da Ponte diz que se tratava de uma iniciativa praticamente clandestina, ninguém pediu a colaboração da associação, mas os seus dirigentes tiveram “o bom-senso” de enviar a ambulância. E em boa hora o fizeram, pois “deu-se um acidente muito grave e salvámos muita gente”. 

Os dois confessam estar muito orgulhosos da evolução da instituição que ajudaram a fundar e pedem para que a população continue a apoiá-la. Uma evolução que Afonso Vital tem acompanhado por dentro, ao longo destes 15 anos, uma vez que sempre esteve e se mantém nos órgãos sociais. No entanto, como em tudo na vida, é preciso que haja um “refrescamento” e apela a que outras pessoas se envolvam nos órgãos dirigentes, com “ideias novas e também para dar descanso aos que já cá andam há muitos anos”.
(Reportagem completa na edição 860 do jornal O Povo do Cartaxo)