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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Democracia




Texto de Francisco Colaço, do Bloco de Esquerda/Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

Os três “D”s de Abril neste momento da nossa realidade autárquica e nacional só poderão ter um significado, que também será uma emergência... mas política...DEMOCRACIA, DEMOCRACIA, DEMOCRACIA

A Democracia Local é a base da democracia. É ao nível local que a participação pode e deve ser mais intensa, considerando a proximidade das respostas a dar. O BE assume como requisito para a criação, extinção e modificação territorial de autarquias locais a realização prévia de referendo local às respetivas populações, tal como prescrito no artigo 5.º da Carta Europeia da Autonomia Local. Por isso, vai continuar a defender a revogação da Reorganização Territorial das Freguesias levada a cabo pelo Governo PSD/CDS, criando condições para uma reforma territorial participada e com respeito pela opinião das populações.

O Bloco de Esquerda sempre assu-miu a defesa da Democracia Participativa e de modelos de democracia direta nas políticas autárquicas. Começámos com a defesa do Orçamento Participativo, ainda não generalizado às autarquias do país. Esta continuará a ser uma aposta da intervenção autárquica do Bloco, exigindo a sua implementação ou o aperfeiçoamento das experiências em curso, nas suas vertentes consultiva e deliberativa.

O Bloco empenhar-se-á na defesa de outros mecanismos de participação, designadamente nas áreas do ordenamento do território, urbanismo e ambiente. O Bloco recusará as restrições aos processos de participação previstos em leis urbanísticas assumindo a participação como um fim da Democracia enquanto processo e não como um estorvo à celeridade tão desejada pelos promotores imobiliários.

O Bloco de Esquerda, na sua intervenção autárquica defenderá o recurso ao Referendo local sempre que a gravidade e importância das decisões a tomar o exija, designadamente quanto:
a. Ao exercício de competências relativas à criação, extinção, fusão e modificação territorial de autarquias locais;
b. À concessão ou privatização da gestão dos sistemas de abastecimento público de água, saneamento resíduos;
c. À alienação pela autarquia de bens classificados;
d. A outras matérias de relevo, cujo debate não haja sido suscitado de forma clara na campanha eleitoral.

No exercício do mandato representativo, há que considerar a necessidade de criar mecanismos de aprofundamento do exercício do mandato, preconizando-se a consagração nos regimentos dos órgãos deliberativos das autarquias locais de:
a. Comissões permanentes especializadas;
b. Maior antecedência no acesso à documentação da ordem de trabalhos.

Continuaremos a apresentar o nosso programa em próximas edições…

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Os bares da Praça 15 de Dezembro

Texto da concelhia da CDU/Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

Este poderá ser considerado um tema menor no âmbito do debate político que se deve avizinhar.
Porém, como não nos haveremos de preocupar com o futuro de algumas centenas de milhares de euros que custou a chamada «regeneração urbana do jardim central»?
Tanto quanto já nos foi informado, os espaços a que nos referimos já foram alvo de diversos concursos e também, tanto quanto parece por declarações do atual presidente da Câmara, nunca aos concursos se apresentaram interessados suficientemente credíveis para que os bares fossem devidamente adjudicados.
A referência dupla ao «tanto quanto parece» surge por se tratar apenas da verdade, isto é, os concursos são abertos e processados pela atual empresa municipal RUMO 2020 sem que o executivo, leia-se, os vereadores sem pelouros, tenham conhecimento de nada, apesar de ser estatutário que a Câmara constitui o «conselho de administração» da RUMO 2020.
Voltemos aos bares do jardim… ouvimos os donos dos cafés e restaurantes queixar-se que têm problemas em manter as portas abertas e alguns têm mesmo fechado, infelizmente para todos nós, não sabemos se estes espaços serão assim tão atrativos que levem àqueles bares um número de clientes que permita a sua viabilidade.
Não interessa construir equipamentos e depois deixá-los a degradarem-se: são precisas pessoas que os dinamizem, que realizem eventos, espetáculos que contribuam para humanizar os equipamentos.
Caso contrário correm o risco de se transformarem em elefantes brancos.
Vivemos um período onde a tentação foi mostrar muito betão, ferro, muita construção, mas o que interessa são as pessoas, não adianta estar a construir grandes equipamentos se depois as pessoas não aparecem, não usufruem deles. Fazemos um paralelismo entre o que se passa no Jardim Central e na Quinta das Pratas. No Jardim Central, há uma dúzia de pessoas, na sua maioria idosos que convivem, jogam às cartas e pouco mais do que isso. Na Quinta das Pratas há centenas de pessoas que regularmente ali vão e que usufruem daquele espaço e dos seus equipamentos. E isto acontece porquê? Porque lá estão pessoas a trabalhar, a dinamizar o espaço e a atrair os cidadãos, o que não acontece no Jardim Central.
A união dos jardins transformou-se num grande relvado onde os bares pontilham como a velha obra de Santa Engrácia.
Em todo o caso, os espaços estão construídos (inacabados, mas construídos) e deixá-los assim não se torna benefício para ninguém. Que tal chamar as Associações que não têm sede e propor-lhes o benefício da ocupação destes espaços exigindo a contrapartida da realização de atividades regulares no espaço envolvente?
Resolviam-se dois problemas…

terça-feira, 21 de maio de 2013

Contas da autarquia em coma muito profundo

Texto de Vasco Cunha, candidato do PSD à presidência da Câmara do Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

A apresentação das contas da Câmara do Cartaxo relativas ao ano de 2012 tornou ainda mais evidente que as finanças da autarquia estão "ligadas à máquina" em estado de coma muito profundo.
Ao longo dos últimos anos a situação financeira da Câmara Municipal do Cartaxo foi correctamente identificada pelos autarcas eleitos pelo PSD e, em resumo, a realidade traduziu-se no seguinte:
• As Despesas (sobretudo Correntes) não tinham cobertura pelas Receitas arrecadadas;
• O recurso aos empréstimos bancários serviu para disfarçar o problema num primeiro momento e o endividamento de Médio e Longo prazo cresceu;
• Quando a capacidade de endividamento se aproximou dos limites legalmente previstos, socorreram-se de Receitas extraordinárias e artificiais para fazer face ao sorvedouro que constituíam as Despesas (as "rendas da EDP", a venda do "Campo da Feira" ou as "contrapartidas da OTA" são exemplo disso);
• Como estas Receitas nunca se concretizaram mas as Despesas continuavam a crescer e era urgente o seu pagamento, a alie-nação de activos foi o passo se-guinte para encontrar novas Receitas, com a concessão das águas e do saneamento à Cartágua;
• Durante todo este espaço de tempo o Investimento Municipal foi escasso e normalmente o seu pagamento foi retardado aos fornecedores;
• Com o Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) já em exercício, recorreu-se ao Saneamento Financeiro, com a utilização extraordinária de 13 milhões de Euros para pagar aos fornecedores e liber-tar alguns recursos financeiros para a execução de projectos co-financiados;
• Ao longo destes anos, nunca se concretizou nenhum plano de contenção das Despesas nem nunca se conseguiu maximizar a Receita.
Os Resultados Operacionais do Município do Cartaxo são negativos há 6 anos. Desde 2007 com resultados negativos de 1,9 M€ que se tem vindo a comprovar a inacção e a incapacidade desta gestão socialista. Em 2010 voltou a suceder o mesmo. Os Resultados Operacionais voltaram a ser negativos em 4,148 M€. Porém, através do recurso aos Proveitos e Custos Extraordinários, bem como a Resultados Extraordinários (que sempre foram estáveis de 2002 a 2006) a Câmara do Cartaxo foi mascarando e maquilhando alguns resultados financeiros.
Em 2011 os Resultados Operacionais foram negativos na ordem de 3,457 M€ e em 2012 fica-ram-se pelos 1,457 M€ negativos.
Em resumo, os Resultados Operacionais de 2012 foram novamente negativos e tudo aponta para que em 2013 essa tendência se mantenha. O Executivo PS não consegue operacionalizar o Município. Ou seja, a operação do Município, não se paga a si própria… E já lá vai quase uma década!

Apesar dos sucessivos alertas, a maioria absoluta do Partido Socialista (PS) que governa a Câmara Municipal e que tem aprovado, também por maioria absoluta, a estratégia para a autarquia na Assembleia Municipal, foi sempre insensível e incapaz de reagir. Continuou a errar e conduziu o Município para o estado vegetativo em que hoje se encontram as contas municipais.

Na Assembleia Municipal do Cartaxo, ao longo da ultima década, só o PS errou ao conduzir o Município para esta situação. O projecto político que o PS tinha para o Município do Cartaxo faliu e está morto! Hoje em dia, o Município do Cartaxo já está a ser resgatado financeiramente. As Despesas continuam a ser superiores às Receitas e esta realidade está longe de ter uma solução. Já não é um problema momentâneo ou de circunstância. Trata-se de um problema estrutural.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Vasco Cunha apresenta-se no dia 25

Tem lugar no dia 25, Sábado, pelas 17h30, no Mercado Municipal, a sessão de apresentação pública de Vasco Cunha como candidato à presidência da Câmara do Cartaxo pelo PSD, que tem como slogan “Paixão pela nossa terra”. Como se sabe, Vasco Cunha vai ter como número 2 na lista Paulo Neves, o homem que há quatro anos encabeçou, como independente, a lista do PSD. Entretanto, em Vale da Pedra, os social-democratas deverão apresentar como candidata à presidência da Junta Cesaltina Sereno, presidente da Assembleia de Freguesia local eleita pelo Partido Socialista.

sábado, 4 de maio de 2013

O Cartaxo merece esperança


Texto de Francisco Colaço, do Bloco de Esquerda/Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

O Cartaxo necessita de uma candidatura de esperança, de dignidade, de justiça, de luta sem medos pela verdade. A nossa base programática assenta num Plano de Emergência Social, que apresentaremos e que lutaremos para ser aprovado e implementado: Responder à Emergência Social
1-A grave situação económica e social resultante das políticas definidas pela Troika com o acordo do PSD, CDS e PS fustigam o país, traduzindo-se numa diminuição do rendimento da generalidade das famílias, no desemprego galopante e na consequente perda do poder de compra das famílias, o que arrasta muitas empresas, especialmente as de menor dimensão para graves condições económicas. Nesta situação impõe-se a necessidade de respostas claras das políticas autárquicas. Para além de propostas com consequências económicas e sociais já acima enunciadas, importa perante este cenário apresentar medidas adicionais de resposta a esta situação de emergência social.
2–Desde logo, importa que haja uma estrutura de diagnóstico e identificação das situações de risco de carência social, contando para o efeito com a colaboração das Juntas de Freguesia, comunidade escolar e IPSS’s, que deverão também sugerir políticas de minimizações dos efeitos nefastos da crise. O combate à carência alimentar e de outros bens essenciais deve ser levado a cabo através da existência de cantinas e lojas sociais.
3–De igual forma, considerando os efeitos do incumprimento dos contratos de crédito para aquisição de habitação própria e os efeitos da nova lei do arrendamento, deve ser promovida a existência de bolsas municipais de habitação, destinadas não apenas ao alojamento em situações de aguda necessidade, mas também a promover o acesso ao arrendamento a preços controlados. Deverão ainda ser implementados programas de combate ao abandono escolar, promovendo-se a criação de uma bolsa de livros escolares, alimentada também por empréstimos e doações, assegurando o acesso de todas as crianças a material didático e ao pequeno-almoço nas escolas, contribuindo por esta via uma alimentação mais equilibrada.
4-Em tempo de crise as autarquias precisam de ter uma particular sensibilidade social, através de equipas de apoio integrado que combatam a exclusão social e prestem apoio a quem, por opção ou empurrado pela crise, faz da rua a sua casa. Estas equipas multidisciplinares podem e devem ser alargadas às associações e instituições que integram as redes sociais concelhias, onde estas existam, sendo indispensável criá-las e dinamizá-las face à emergência social que vivemos. Os autarcas do Bloco de Esquerda conhecem a população que representam.

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Câmara fecha 2012 com prejuízo de 2,9 milhões de euros

Na apresentação das contas de 2012, o presidente da Câmara do Cartaxo, Paulo Varanda, destacou o facto dos resultados líquidos do exercício terem tido uma evolução positiva em 45%. Apesar de ainda serem de 2,9 milhões de euros negativos, o autarca lembrou que, no final de 2011, esse valor ascendia a 5,4 milhões negativos. Pelas suas contas, a continuar por este caminho, em mais dois anos, a Câmara passará a conseguir ter saldo zero.
Estes resultados, frisou, são resultado do trabalho de contenção levado a cabo, que permitiu fazer poupanças muito significativas em vertentes como a contratação de serviços externos e em despesas com o pessoal.
Visão bem diferente é a que tem a oposição. O líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal, Vasco Cunha, foi mesmo ao ponto de garantir que "as contas da autarquia estão 'ligadas à máquina', em estado de coma muito profundo". Tanto ele como os intervenientes das restantes forças políticas da oposição lembraram a grande dívida que o município tem. Odete Cosme, da bancada do Bloco de Esquerda, destacou a verba que a autarquia deve ao Estado resultante da não entrega de descontos dos funcionários. Uma acusação negada por Paulo Varanda, que assumiu ter havido esse problema, ainda no tempo de Paulo Caldas, mas que desde que tomou conta da autarquia, os descontos dos funcionários têm vindo a ser feitos.
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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Oferta e investimento turístico

Texto da concelhia da CDU/Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

Com as eleições de outubro próximo, os cartaxeiros serão mais uma vez chamados a escolher o Executivo Municipal que governará o Concelho nos próximos quatro anos: feliz dia, esse 25 de abril de 1974, que abriu as portas à democracia! E ao seu baluarte: O PODER LOCAL!

No âmbito do Plano Estratégico Nacional do Turismo, no horizonte 2015, foram definidos cinco eixos que poderiam assegurar um aumento da contribuição do Turismo para o PIB nacional, incrementar o emprego qualificado e acelerar o crescimento do sector.
Os Eixos da estratégia apresentada através da qual se pretende alavancar o turismo até 2015 são:
Eixo I - Território, Destinos e Produtos - potenciar as valências de todo o país (não só o litoral e as grandes cidades), desenvolvendo novos polos de atração turística.
Eixo II - Marcas e Mercados - afirmar a Marca Portugal Turismo e consolidar e desenvolver mercados.
Eixo III - Qualificação de Recursos - qualificar serviços e destinos mediante a sua certificação e a aposta em recursos humanos qualificados e na desburocratização e simplificação dos processos.
Eixo IV - Distribuição e Comercialização - assegurar o ajustamento das empresas nacionais aos novos modelos de negócio, designadamente através dos canais de distribuição eletrónica e da presença on-line dos destinos e produtos.
Eixo V - Inovação e Conhecimento - conhecimento como fator de inovação e de orientação da atividade turística mediante o desenvolvimento de sistemas de informação, monitorização e avaliação e a introdução de ferramentas avançadas de gestão do território.
Apesar de ser redundante que o turismo é uma atividade estratégica para Portugal, de vital importância para o desenvolvimento socioeconómico é indispensável construir um modelo apoiado no conceito de sustentabilidade, debatido entre empresários, associações do sector, sociedade em geral e administração pública.
É verdade que o turismo precisa de uma oferta forte, de qualidade, competitiva e estruturada, de uma promoção eficaz, adequada e coerente, de um planeamento sólido, consciente da sua transversalidade e atento aos desafios do futuro de forma a criar as condições necessárias ao seu crescimento, de bases estáveis, de caminhos claros e de objetivos concretos.
O Plano Estratégico Nacional do Turismo, no horizonte 2015, queria um turismo que primasse pela diversificação, dinâmico e inovador, alicerçado no território, ciente do seu potencial nacional como um todo, que apostasse nas diferentes regiões, apoiando o aparecimento de novos polos de atração, verdadeiros antídotos para as assimetrias regionais e a litoralização do País.
E o Cartaxo aqui tão perto…
Valada, com Porto de Muge, Reguengo e Palhota e com o Rio Tejo; Pontével, com milenares marcos históricos, Vila Chã de Ourique com a Reconquista Cristã, Vale da Pinta e Lapa com a agricultura, Ereira e as atividades industriais, Vale da Pedra com o Setil, as Malhadas, a Aramanha e o Cartaxo com o casco histórico, as Pratas, Santa Eulália.
O turismo enquanto motor do bem-estar das populações e utilizador responsável dos recursos naturais e do património concelhio poderia ser gerador da riqueza que trouxesse ao Concelho resposta às suas mais elementares necessidades: um grupo de empresários constituiu (corriam os anos 2004 e 2005) uma oferta combinada, no âmbito do turismo ativo e de natureza, que trouxe a todos benefícios consideráveis: teria sido duradoiro se o apoio institucional se tivesse concretizado: como para a qualidade da oferta turística não é suficiente a qualidade na animação e nos serviços, esta iniciativa esbarrou na ausência de infraestruturas e de equipamentos…
Para isso, é necessário conjugar esforços e trabalhar num sentido comum: o turismo não se faz por um – precisa de todos nós.
O Cartaxo tem condições para se incluir entre os produtos estratégicos do Plano Nacional de Turismo, desde logo com a gastronomia e o vinho, a oferta cultural e paisagística e a natureza.
Este tem que ser um debate que não pode ter uma única visão: precisamos da colaboração, dos contributos e da visão de cada um, para que nasça uma cultura de turismo no Concelho do Cartaxo, porque o Turismo é tarefa de todos.
Podemos concretizar um bocado: Valada recebe todos os fins-de-semana, e não só, alguns autocaravanistas que se tornaram consumidores locais de elevada importância para o setor da restauração. O que seria se houvesse em Valada um estacionamento condigno, asseado e uma estação de serviço para as autocaravanas? e custa tão pouco!






sábado, 27 de abril de 2013

Fazer bem as 5 tarefas urgentes


Texto de Pedro Ribeiro, candidato do PS à presidência da Câmara do Cartaxo, , publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.




No anterior artigo apresentei as razões da minha candidatura a Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo e assumi o compromisso de hoje abordar as cinco tarefas urgentes que temos pela frente: 
1. CONTROLAR O PREÇO DA ÁGUA. É necessário credibilizar, reforçar a transparência e a supervisão das decisões sobre os preços praticados pela CARTÁGUA. No cumprimento da Lei e com sentido de responsabilidade é urgente encontrar soluções que protejam os interesses das populações, com especial atenção para as pessoas mais carenciadas e para as nossas instituições sociais, culturais e desportivas.
2. CUIDAR DA NOSSA TERRA. É urgente acabar com o desmazelo e voltar a ter uma terra limpa e cuidada. É o tempo da pequena grande obra: melhorar a limpeza das ruas, cuidar da iluminação pública, da conservação e da manutenção dos jardins e espaços de lazer (por exemplo: Praça 15 de Dezembro, Quinta de Santa Eulália, Quinta das Pratas, Quinta das Correias, ou ainda, entre muitos outros, Quinta do Brito), cuidar do pavimento das ruas, eliminar barreiras arquitectónicas, restaurar a pintura de passadeiras de peões e repor calcetamentos.
3. APROVAR UM NOVO PDM. Este é um tema do maior interesse para as pessoas e que não pode continuar adiado. São muitas as famílias e as empresas que aguardam há demasiado tempo pela revisão do PDM. É prioritário resolver um conjunto de impasses urbanísticos que prejudicam a fixação de jovens nas nossas oito freguesias, como são os casos há muito discutidos de Vila Chã de Ourique ou de Valada. 
4. CUIDAR DAS PESSOAS. Neste tempo de crise é urgente reforçar o papel da Rede Social para socorrer as famílias que estão em situação de pobreza e/ou de exclusão social. Temos que reforçar o papel dos Conselhos Locais de Acção Social e dinamizar em todo o concelho as Comissões Sociais de Freguesia. É nessa parceria, é nesse trabalho de proximidade com as instituições de solidariedade social que se pode acudir a mais pessoas e ajudar quem mais precisa. 
5. ARRUMAR A CASA. É necessário reorganizar os serviços da Câmara Municipal, optimizar, potenciar e motivar os recursos humanos no serviço que prestam aos cidadãos, às empresas e às nossas instituições. Temos que assegurar a todos os colaboradores do Município que têm, num regime de igualdade de oportunidades para todos, a possibilidade de aumentar as suas competências e responsabilidades profissionais. 
Tratar destas 5 tarefas urgentes não nos pode afastar do objectivo principal: construir e concretizar uma visão de futuro para o nosso concelho. Deste tema tratarei nas próximas edições deste jornal. SOBRE O 25 DE ABRIL escrevi há uns anos que a democracia exige de todos nós, um esforço contínuo de afirmação e de prática dos valores da liberdade, da fraternidade, da solidariedade e da igualdade de oportunidades. Independentemente do julgamento que cada um de nós faça da Revolução dos Cravos, estou convicto que todos temos um objectivo comum: fazer bem à nossa terra, torná-la mais próspera para as gerações vindouras, prosseguindo o caminho que o 25 de Abril nos abriu. 

Polémica política: "zombies" na Festa do Vinho

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A inauguração da Festa do Vinho ficou marcada pelas críticas públicas do presidente da Câmara, Paulo Varanda, a alguns políticos que "nunca quiseram saber disto" e que "apareceram hoje, porque é ano de eleições". Os dois candidatos presentes na inauguração eram Mário Júlio (CDU) e Vasco Cunha (PSD), mas, à nossa reportagem, Paulo Varanda garantiu que as suas declarações não os visava, até porque "sempre estiveram presentes, sempre tiveram uma participação activa" na vida do concelho. No que lhe diz respeito, Vasco Cunha  também acha que não faria sentido tal tipo de acusação, pelo que não se sentiu atingido, pois "sempre vim à Festa do Vinho, desde o primeiro ano".
Afinal, o alvo de Paulo Varanda era um grupo de elementos da candidatura de Pedro Ribeiro (PS), conforme nos confirmou. Trata-se de pessoas que diz nunca terem participado, fingiram-se de "mortos", e agora aparecem "como se de zombies se tratasse". Em tempo de campanha eleitoral, "acordaram e descobriram que, afinal, a nossa terra estava no mesmo sítio". Um dos elementos da lista de Pedro Ribeiro presente no evento era Fernando Amorim, que vai no 2º lugar da lista para a Câmara, e que rejeitou as acusações de Paulo Varanda. Lembra que, "enquanto presidente da Junta de Pontével, fiz a Festa do Vinho durante 10 anos e depois mais 8 anos como dirigente associativo. E, quando não colaboro, tenho o hábito de passar por cá e de convidar pessoas de fora para a visitarem". E garante desconhecer os alvos concretos de Paulo Varanda, "ele lá conhecerá as pessoas que não estiveram cá em todos os anos em que ele também não esteve".

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Mário Júlio avança novamente pela CDU

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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Vasco Cunha é candidato à Câmara Municipal do Cartaxo

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Texto de Jorge Nogueira, presidente da concelhia do PSD/Cartaxo, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

Vasco Cunha é o líder de uma vasta e abrangente equipa que se apresentará às próximas Eleições Autárquicas com o objectivo de recuperar a espe-rança de todos os cidadãos no seu município e assim devolver a paixão que os cartaxeiros já sentiram pela sua terra.
A Comissão Política do PSD e a JSD do Cartaxo, após um aprofundado debate e uma análise muito positiva do actual mandato autárquico, no qual esteve sempre presente o primeiro re-presentante do "Movimento Coragem", o vereador Paulo Neves, entende que a candidatura de Vasco Cunha é a que melhor interpreta a situação que actualmente se vive no concelho do Cartaxo e a que reúne as melhores condições para ultrapassar os gravíssimos problemas que afectam o nosso município.
Com a experiência autárquica e a capacidade de gerar consensos de Vasco Cunha será possível encarar as próximas Eleições Autárquicas como um recomeço, depois do fim de um ciclo de governação apoiada pelo PS que levou à falência da autarquia e à necessidade de um resgate financeiro que ao longo dos próximos 20 anos custará cerca de 74 milhões de euros aos cartaxeiros.
Vasco Cunha, como vereador na Câmara Municipal bem como eleito do PSD na Assembleia Municipal, tem sido uma das principais vozes no combate ao caminho delineado pelos eleitos do Partido Socialista que levou a Câmara do Cartaxo a cair no abismo de uma imensa dívida que penaliza as actuais e as futuras gerações.
Todos sabemos que os próximos anos serão de grande rigor e muito exigentes em competência e transparência. Com a candidatura liderada por Vasco Cunha os cartaxeiros poderão ter esperança e confiança na recuperação do nosso concelho.
A capacidade demonstrada e a experiência acumulada ao longo de muitos anos na liderança de projectos e equipas é um garante de qualidade que Vasco Cunha irá aplicar na gestão municipal.
Por isso que afirmamos que a esperança e a confiança estão do nosso lado. Do lado de todos aqueles que sempre se bateram para evitar o caminho da falência em que seguiram os autarcas socialistas desde 2001 e que tantos prejuízos estão a provocar a todos os cidadãos.
O futuro do nosso concelho tem de começar a ser reconstruído e em Outubro, connosco, começará a ser uma realidade.

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Contra os "políticos profissionais"

 No seu discurso do 25 de Abril, o presidente da Câmara do Cartaxo, Paulo Varanda, ‘disparou’ contra “os políticos profissionais” que, na sua opinião, se têm perdido “nos seus labirintos”, entretidos em actuações e atitudes que em nada contribuem para resolver os problemas dos cidadãos. De uma forma geral, as intervenções dos representantes dos partidos políticos foram no sentido de criticar a evolução que o país tem vindo a ter que, em muitos casos, contraria os valores do 25 de Abril. Carlos Mota, da CDU, foi mesmo ao ponto de dizer que “estamos a ser vítimas de um autêntico terrorismo de estado”, uma vez que o Governo “já nem o Estado de direito respeita, pondo em causa os direitos constitucionais”. É, no fundo, um “Governo de traição nacional” que é suportado por um presidente da República “mesquinho e raivoso”.
Uma opinião partilhada pelo representante do Bloco de Esquerda, Francisco Colaço, que diz estarmos a ser vítimas do “maior ataque jamais sofrido pelo Portugal democrático à própria democracia, ao Estado Social, ao nosso futuro colectivo”.
Pelo PS, a intervenção esteve a cargo de Fernando Ramos que admitiu haver muitos buracos por tapar nas ruas e estradas do concelho, mas ainda assim, garantiu que os buracos que mais o preocupam são “os buracos nos estômagos das nossas crianças” provocados pelas políticas de austeridade que levam a fome a muitas famílias portuguesas.
Pedro Barata, do PSD; criticou os políticos que “querem apenas a cadeira do PS” e centrou boa parte da sua intervenção nas questões locais, defendendo ser preciso “redefinir e redimensionar as opções“ do poder autárquico, que tem de “gastar melhor” e com critério os poucos recursos existentes.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Cartazes do PS na rua

Já são visíveis em algumas rotundas do Cartaxo os primeiros cartazes da campanha eleitoral autárquica. O 'tiro de partida' foi hoje dado pelo candidato do PS, Pedro Ribeiro, que está a espalhar um total de 26 cartazes (7 de grandes dimensões e os restantes mais pequenos) pelo concelho. Apesar disso, fonte da sua equipa diz que o investimento total do partido para estas eleições "vai ser reduzido em 50 ou 60% em relação às anteriores".

domingo, 14 de abril de 2013

Vasco Cunha é o candidato do PSD no Cartaxo


Vasco Cunha é o candidato do PSD à presidência da Câmara do Cartaxo. Em comunicado, aquele partido político diz que a decisão foi antecedida de "um aprofundado debate", através do qual se concluiu que a candidatura de Vasco Cunha "é a que melhor interpreta a situação que actualmente se vive no concelho do Cartaxo e a que reúne as melhores condições para ultrapassar os gravíssimos problemas que afectam o nosso município". Esta decisão, garante-se, foi apoiada por Paulo Neves, o homem que, há quatro anos, concorreu pelo PSD e que, em nome do 'Movimento Coragem', assina o comunicado, juntamente com o presidente da concelhia do PSD, Jorge Nogueira.
O primeiro objectivo desta candidatura, acrescenta-se, é "recuperar a esperança de todos os cidadãos no seu município e assim devolver a paixão e o orgulho que os cartaxeiros já sentiram pela sua terra". No documento destaca-se "a experiência autárquica" do escolhido, que, enquanto vereador e membro da Assembleia Municipal, "tem sido uma das principais vozes no combate ao caminho delineado pelos eleitos do Partido Socialista". Essa atitude e experiência autárquica tornam  "possível encarar as próximas eleições autárquicas como um recomeço, depois de um ciclo de governação apoiada pelo PS que levou à falência da autarquia e à necessidade de um resgate financeiro que, ao longo dos próximos 20 anos, custará cerca de 74 milhões de euros aos cartaxeiros".
Esta é a terceira candidatura à presidência da Câmara do Cartaxo. Pelo PS, já se apresentou Pedro Ribeiro e o actual titular do cargo, Paulo Varanda, também já avançou com uma candidatura independente. No próximo dia 25 será a vez da CDU apresentar o seu candidato.


sábado, 13 de abril de 2013

Fazer política sem politiquice



Texto da presidente do CDS/Cartaxo, Ana Paula Inglês, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui. 


O CDS/PP do Cartaxo pretende, através deste novo espaço informativo, começar por apresentar-se aos cidadãos do concelho do Cartaxo.
A estrutura do CDS/PP regressou à política ativa no Cartaxo, após a eleição dos seus órgãos concelhios, no passado dia 5 de outubro de 2012, com o claro objetivo de fortalecer a representatividade política no concelho, contribuindo e sendo uma mais-valia e uma voz activa.
O que o CDS/PP traz de novo ao panorama político do Cartaxo é uma forma distintiva de ser e de estar, com uma filosofia e princípios democratas cristãos e uma vertente muito humanista da política. Fazer política para os munícipes. Uma política que traga efetivas melhorias para as populações.
Fazer política sem politiquice, informar, apresentar e discutir os projetos de forma clara, consciente e inequívoca. Demonstrar factualmente como o nosso projeto se concretizará no concelho.
O caminho é difícil, mas tal não nos impede, nem nos demove, de dar a nossa contribuição com projetos reais e sobretudo exequíveis, face à situação financeira que se vive no país e principalmente no concelho. Não nos estamos a vincular a uma participação nas próximas eleições autárquicas, antes, estamo-nos a vincular a uma contribuição política na discussão e solução de viabilidade e futuro para o concelho do Cartaxo. Queremos, sobretudo, ser uma força partidária presente, com mérito reconhecido pela população. Naturalmente que o reconhecimento desse mérito, dentro do nosso sistema democrático, é aferido por votos. Mas até lá, estamos a fazer o nosso caminho. Conhecer e avaliar as necessidades. Priorizar essas mesmas necessidades, para apresentar o nosso projeto político. Depois, sim, percorrer o caminho para os próximos desafios eleitorais.
Já estamos a promover o debate informativo, a contribuir para o esclarecimento na defesa e no interesse concelhio. Não faremos tabus políticos eleitoralistas. Faremos o caminho de forma clara, consciente e construtiva.
Os tempos são difíceis, a situação politica e financeira é muito complicada e só há uma forma de o CDS/PP percorrer esse caminho: com dedicação, transparência e trabalho.
Semear um bom trabalho no concelho, um trabalho bem executado, trará certamente bons frutos, para os munícipes e para o município. Não tememos quaisquer dificuldades. Fazer um bom trabalho para merecer os votos da população, por implementação da nossa política, objetivos e projetos, em nada nos envergonha e assim continuaremos.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

CDS debate Protecção Civil


Depois da Justiça, o CDS/Cartaxo vai agora centrar as suas atenções na Protecção Civil. A estrutura partidária liderada por Ana Paula Inglês, organiza, no Sábado, um debate sobre esta temática, que contará com as intervenções do secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D'Ávila, do comandante operacional distrital da Protecção Civil de Santarém, Joaquim Chambel, e do  comandante dos Bombeiros Municipais do Cartaxo, Mário Silvestre. O debate decorrerá no Auditório Municipal da Quinta das Pratas, pelas 22 horas.

terça-feira, 9 de abril de 2013

É urgente responsabilizar e traçar um rumo de esperança



Texto do presidente da PSD/Cartaxo, Jorge Nogueira, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.

É urgente responsabilizar e traçar um rumo de esperança
As Eleições Autárquicas são sempre um momento de partilha e de esperança… de partilha de resultados alcançados no anterior mandato e de esperança em relação aos desafios dos próximos quatro anos.
E desse ponto de vista, as próximas eleições no Cartaxo estão há muito marcadas pela partilha de resultados muito negativos, que levaram à falência da autarquia e à necessidade de um resgate que ao longo de 20 anos custará cerca de 74 milhões de euros. Bem como serão marcadas pela desesperança que muitos sentirão em relação aos autarcas eleitos pelo Partido Socialista que trilharam o caminho do abismo e que não souberam ou não quise-ram ouvir os social democratas para evitar o descalabro.
As próximas Eleições Autárquicas marcam o fim de um ciclo para muitos dos concelhos e freguesias do País. No caso do nosso concelho, as eleições autárquicas representam bem mais do que o fim de um ciclo até porque é hoje facilmente constatável por todos os cidadãos que a actual situação do concelho é bem pior do que aquela que existia no início da década de 2000. No Cartaxo vamos ter que recomeçar muitas coisas… coisas simples e concretas como é o caso do restabelecimento da confiança entre cidadãos e autarcas.
Ao longo dos últimos 12 anos, os autarcas do Partido Socialista, representados no próximo acto eleitoral por Pedro Ribeiro e Paulo Varanda, não conseguiram encontrar um modelo de desenvolvimento sustentável para o concelho e assim destruíram os sonhos e a esperança de toda uma comunidade.
O orgulho no Cartaxo, sentido por dezenas de milhares de cartaxeiros ao longo de décadas, foi completamente abalado nos últimos anos, sendo hoje imperioso recuperar a paixão pela nossa terra. É hoje recorrente ouvirmos os cidadãos recordarem com saudade o tempo em que o Cartaxo era por todos considerado como uma terra harmoniosa, limpa e em que a qualidade de vida imperava.
E não se pense que os problemas que deitaram por terra o orgulho no concelho são questões de grande magnitude. Se ouvirmos as pessoas sabemos bem que a resolução dos problemas da degradação das nossas estradas e ruas, do saneamento básico, da falta de limpeza das ruas e jardins, da falta de espaços verdes bem cuidados, a par da falta de investimentos que possibilitem o desenvolvimento, sem esquecer os problemas criados no coração da cidade, poderão contribuir decisivamente para recuperar o brio da nossa terra.
Nas próximas Eleições Autárquicas os cidadãos vão ser convocados a responder a algumas questões simples mas determinantes para o nosso futuro a curto e médio prazo.
A primeira dessas questões tem a ver com confiança. Estarão os eleitores disponíveis para confiar naqueles que, desde 2001, apresentaram projectos mirabolantes, fantasiosos e despesistas para o concelho, sem cuidarem de questões básicas e vitais para o dia-a-dia dos munícipes?
A segunda questão também incide na confiança. Acreditarão os eleitores que aqueles que contribuíram ao longo dos últimos 12 anos para a falência da Câmara Municipal e que foram obrigados a pedir um resgate financeiro no valor de 74 milhões de euros estarão em condições de recuperar o concelho?
A terceira questão tem a ver com esperança. Todos sabemos que os próximos anos serão de grande rigor e muito exigentes em transparência e competência. Só assim é que os cartaxeiros poderão ter esperança na recuperação do nosso concelho. E a esperança entronca, de uma forma muito concreta, naquilo que os social democratas do Cartaxo têm dito, pelo menos desde 2001, quando ano após ano afirmaram que as opções dos autarcas socialistas iriam fazer regredir o concelho e retirar a capacidade de incentivar um desenvolvimento sustentável.
A esperança e o optimismo estão do nosso lado. Do lado daqueles que sempre se bateram para evitar o caminho do abismo em que seguiram os autarcas socialistas desde 2001 e que tantos prejuízos estão e irão provocar a todos os cidadãos. Os social democratas do Cartaxo estão à altura dos próximos desafios. O futuro do nosso concelho tem de começar a ser reconstruído e em Outubro, connosco, começará a ser uma realidade.

domingo, 7 de abril de 2013

Não somos candidatos nas próximas autárquicas



Texto de Pedro Mendonça e Odete Cosme, do Bloco de Esquerda, publicado nesta edição do POVO DO CARTAXO, jornal que pode assinar aqui.


Em 2009 fomos candidatos à Assembleia Municipal pelo Bloco de Esquerda por termos a vontade de servir a comunidade, de representar os nossos concidadãos, de fiscalizar a ação do poder, de tornar mais transparente a gestão pública, de dar resposta às reais necessidades da população, de lutar pelo respeito pelas leis da República e de provar que é possível uma nova forma de fazer política local.
Eleitos, tentámos cumprir os nossos compromissos, mais que representantes de um partido ou de uma ideologia, fomos representantes de todos os cidadãos. A realidade é que perdemos algumas batalhas em que nos envolvemos, não por falta de empenho mas porque o Poder sempre se interessou mais em manter-se no Poder do que em cooperar para o bem comum, atitude espelhada nos chumbos sem discussão das propostas por nós apresentadas.
Apesar do bloqueio da maioria absoluta eleita pelo PS, acreditamos ter ganho a guerra de mudar a política no Concelho do Cartaxo. Hoje somos muitos cidadãos a querer a transparência e somos mais cidadãos sem medo e com menos “respeitinho” a quem não o merece. Acreditamos que estilhaçámos a parede opaca que separava os cidadãos da gestão municipal e que lhes devolvemos algum do Poder que lhes foi sendo tirado.
Por termos sido eleitos também para fiscalizar, denunciámos publicamente os negócios dúbios que se fizeram e as viagens e os regabofes pagos por todos nós. Revelámos a dívida da Câmara, a sua irracionalidade e como ela levou a um aumento generalizado dos nossos impostos. Lutámos sem tréguas contra o negócio das águas e conseguimos realizar um referendo local que travou um leilão de oitocentos lugares de estacionamento no espaço público. Em nome da ética apresentámos dezenas de queixas às autoridades no sentido de julgar quem a nosso ver praticou Gestão Danosa e de quem se usou dos seus cargos para ter aquilo a que não tinha direito.
Muitas foram as propostas chumbadas sem discussão, desde um plano de poupanças imediatas, à renegociação com a Cartágua, passando pela gestão da dívida. Nunca parámos de exigir o arranjo das ruas, estradas e jardins deixados ao abandono propondo onde se deveria cortar para haver dinheiro para cuidar do concelho.
Procurámos sempre consensos e estivemos sempre abertos ao diálogo com todos os que se opuseram a Paulo Caldas e Paulo Varanda. Fizemo-lo porque consideramos que foram os piores autarcas na história do Cartaxo e infelizmente os factos dão-nos razão.
A nossa luta foi e é um serviço cívico, não somos nem nunca seremos profissionais da política e por essa razão não nos candidatamos nas próximas eleições autárquicas. Acreditamos que é necessária uma mudança constante nestes cargos para evitar esmorecimentos, tentativas de corrupção ou naturais vícios a que constantemente assistimos em quem valoriza mais o cargo do que o dever para que foram eleitos.
Agradecemos o apoio que muitos cidadãos de vários quadrantes nos deram e ao Bloco de Esquerda, continuamos crentes que a sua ação continuará a ser a da luta intransigente pelo que é melhor para os cidadãos.
No final deste mandato, reafirmamos o que sempre dissemos:
Acreditamos no Poder dos Cidadãos e por essa razão nunca deixaremos de o exercer.

sábado, 6 de abril de 2013

As razões da minha candidatura

Texto de Pedro Ribeiro, candidato do PS à presidência da Câmara do Cartaxo, originalmente publicado nesta edição do jornal O POVO DO CARTAXO. Pode também ler os textos de Pedro Mendonça e Odete Cosme (deputados municipais do Bloco de Esquerda); Jorge Nogueira (presidente da concelhia do PSD); Ana Paula Inglês (líder local do CDS) e da concelhia local da CDU. Igualmente convidada foi a candidatura do actual presidente da Câmara, Paulo Varanda, que não enviou nenhum texto até ao fecho da edição.
ASSINE O JORNAL O POVO DO CARTAXO AQUI

1. Candidato-me a Presidente da Câmara Municipal porque não me conformo com o desmazelo, com o abandono, com a desorientação e com o declínio da minha terra. Candidato-me porque é tempo da nossa terra voltar a ter uma liderança que garanta rigor, estabilidade, confiança e, acima de tudo, esperança num futuro melhor. O nosso concelho precisa de uma Câmara Municipal capaz de resolver os reais problemas das pessoas.

2. Temos hoje uma Câmara paralisada em função da insustentável situação financeira em que se encontra! E o resultado disso está à vista de todos. A água foi concessionada a privados nas condições em que todos sabemos. O estacionamento público no Cartaxo foi alvo de uma tentativa de entrega a privados. Somam-se os atrasos de anos nos pagamentos a fornecedores, com o grave prejuízo que tudo isso traz às nossas empresas e ao comércio local. Somam-se os atrasos nos pagamentos dos protocolos às Juntas, às nossas Associações e Colectividades.

3. Enquanto candidato pelo PS quero deixar claro o orgulho que tenho pela nossa história e pelo muito que os nossos autarcas fizeram de bem, com a participação activa das nossas e dos nos nossos concidadãos, com a participação das outras forças políticas, e em conjunto com as nossas instituições, associações e colectividades.

4. Contudo, importa reconhecer com humildade o que nestes últimos anos correu mal. Esse reconhecimento é essencial para que possamos corrigir o caminho e voltar a construir uma visão de futuro para o nosso concelho que honre e dignifique a tradição do PS no concelho do Cartaxo.

5. Recordo que em 2007 alertei que o caminho que estava a ser seguido rompia e desvirtuava o projecto do PS para o nosso concelho. Saí do Executivo Camarário no início de 2008 em função dessas divergências que assumi de forma frontal e que me conduziram a votar contra as opções de Orçamento para esse ano.

6. Perante a situação de endividamento a que chegámos, ninguém pode virar as costas aos problemas. Temos que enfrentá-los se os queremos resolver. A actual inércia não é solução. Este não é o tempo para baixar os braços! Este é o tempo para, como se diz aqui no nosso Ribatejo, “de pegar o touro pelos cornos”! É preciso agir! A construção desta visão de futuro convoca-nos a todos. Temos a obrigação de trabalhar para FAZER BEM! A palavra-chave para FAZER BEM é envolvimento. Ninguém é dispensável! Conto com a vossa ajuda.

7. Quero, por fim, manifestar o meu penhorado agradecimento ao Jornal O POVO DO CARTAXO pela iniciativa de conceder este espaço de opinião a todas as forças políticas do nosso concelho e, também por esta via, dar um excelente contributo para que possamos partilhar as nossas ideias para a nossa terra. No próximo artigo irei debruçar-me sobre as cinco tarefas urgentes que temos que concretizar na nossa terra num curto prazo de tempo.

Próximo post nesta secção: Pedro Mendonça e Odete Cosme (Bloco de Esquerda) explicam porque não são candidatos nas próximas autárquicas.


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Palavra de político

Inaugura-se, nesta edição do jornal O POVO DO CARTAXO, um espaço de
opinião política. Pedro Mendonça e Odete Cosme, do Bloco de Esquerda, explicam as razões que os levam a não serem candidatos nas próximas autárquicas. No essencial são duas: não serem nem quererem ser políticos profissionais e defenderem "uma mudança constante nestes cargos".
Jorge Nogueira, líder local do PSD, diz que é preciso saber se os eleitores "estarão disponíveis para confiar naqueles que, desde 2001, apresentaram projectos  mirabolantes, fantasiosos e despesistas para o concelho".
O socialista Pedro Ribeiro apresenta as razões que o levam a candidatar-se à presidência da Câmara. Uma delas é não se conformar "com o desmazelo, com o abandono, com a desorientação e com o declínio da minha terra". Ana Paula Inglês, presidente da concelhia do CDS, diz pretender fazer política sem politiquice e não garante que vá apresentar candidato à presidência da Câmara.
A concelhia da CDU lembra que no Cartaxo a escolha popular recaiu sempre no mesmo projecto, o qual "deixou o município com uma dívida cujo valor global consta ser de 50 milhões de euros" e que é preciso mudar de rumo.
Leia os textos completos nesta edição do jornal O POVO DO CARTAXO que já está nas bancas. Se preferir pode assiná-lo aqui e passar a recebê-lo em casa.